População rechaça nazis
Cerca de 40 mil habitantes da cidade alemã de Colónia saíram às ruas, no sábado, 20, para impedir a realização de um «congresso anti-islâmico» europeu, organizado pelo pequeno partido neonazi local, «Pró-Colónia», que contesta a construção de uma mesquita destinada à numerosa comunidade muçulmana residente.
A população indignada bloqueou os acessos à praça Heumarkt, onde iria ter lugar a reunião xenófoba, dispondo-se em filas à entrada das ruas que dão acesso ao recinto.
Barreiras de cidadãos de braços cruzados desencorajaram os adeptos da extrema-direita. Ao meio-dia, em vez dos 1500 participantes prometidos pela organização, apenas algumas dezenas tinham chegado ao local do conclave.
Foi então que a polícia anunciou a proibição da concentração neonazi, evocando razões de segurança. A população rejubilou, mas manteve-se nas ruas.
Logo de manhã, no aeroporto de Colónia, uma numerosa delegação do partido flamengo Vlaams Bellang, com cerca de 500 pessoas, foi cercada por grupos de antifascistas, que lograram atrasar várias horas a sua deslocação até ao centro da cidade.
O líder da extrema-direita belga, Filip Dewinter, queixou-se da «violência», afirmando-se alvo de coktails molotov lançados por contra-manifestantes radicais. O dia ficou ainda marcado por violentos confrontos com entre estes últimos e o forte contingente policial de três mil agentes, de que resultaram uma dezena de feridos e várias centenas de detenções.
A população indignada bloqueou os acessos à praça Heumarkt, onde iria ter lugar a reunião xenófoba, dispondo-se em filas à entrada das ruas que dão acesso ao recinto.
Barreiras de cidadãos de braços cruzados desencorajaram os adeptos da extrema-direita. Ao meio-dia, em vez dos 1500 participantes prometidos pela organização, apenas algumas dezenas tinham chegado ao local do conclave.
Foi então que a polícia anunciou a proibição da concentração neonazi, evocando razões de segurança. A população rejubilou, mas manteve-se nas ruas.
Logo de manhã, no aeroporto de Colónia, uma numerosa delegação do partido flamengo Vlaams Bellang, com cerca de 500 pessoas, foi cercada por grupos de antifascistas, que lograram atrasar várias horas a sua deslocação até ao centro da cidade.
O líder da extrema-direita belga, Filip Dewinter, queixou-se da «violência», afirmando-se alvo de coktails molotov lançados por contra-manifestantes radicais. O dia ficou ainda marcado por violentos confrontos com entre estes últimos e o forte contingente policial de três mil agentes, de que resultaram uma dezena de feridos e várias centenas de detenções.