«Um Partido mais forte!»
A Festa do Avante!, que amanhã abre as suas portas, é obra de muitos militantes comunistas e seus amigos que, ao longo de meses, com o seu trabalho abnegado, erguem e põe a funcionar a maior iniciativa político-cultural de massas do nosso país. No sábado, em mais uma jornada de trabalho, Jerónimo de Sousa saudou os seus construtores e alertou para os aspectos mais gravosos da política do Governo PS. O secretário-geral do PCP falou ainda das tarefas futuras dos comunistas, nomeadamente a preparação do XVIII Congresso que exigirá o envolvimento e a participação de todo o colectivo partidário.
Temos Partido para continuar a nossa luta
Depois de uma manhã preenchida com as mais variadas tarefas chegava, pois, a hora do almoço, momento de descanso mas também de confraternização dos construtores da Festa do Avante!. Este dia ficou marcado pela participação, na jornada de trabalho, do secretário-geral do PCP.
A cada minuto que passava, mais e mais pessoas iam chegando à esplanada junto ao restaurante de apoio da Quinta da Atalaia, transformando o local num imenso espaço de camaradagem. Espaço que, como valorizou Jerónimo de Sousa, já acolheu, nestas últimas semanas, a participação de mais de 6500 pessoas. «A Festa tem a ver com a militância, a disponibilidade, a fraternidade, o convívio, o trabalho que cada um de nós dá para erguer esta grande cidade de três dias», salientou, respondendo à pergunta colocada, na parte da manhã, pelos jornalistas: «O que é que leva tantos homens, mulheres e jovens a participar nas jornadas de trabalho da Festa?».
«É por razões do Partido que temos e do Partido que somos. Partido distinto de outros, na forma de estar na política, de estar na vida, na forma da compreensão que temos da importância da nossa contribuição voluntária e militante. É este esforço, esta participação, este empenhamento, que tem levado a que a nossa Festa seja cada vez melhor. Sem este grande colectivo partidário, sem este PCP, revolucionário, de projecto, de transformação social, não seria possível fazer esta Festa», afirmou Jerónimo de Sousa.
Esta iniciativa - que se realiza nos dias 5, 6 e 7 de Setembro – provoca, no entanto, «sentimentos contraditórios». «A Festa é o espelho do que é PCP, que eles pensavam que iria desaparecer, ficar residual, fraco. É o exemplo concreto de que temos Partido para continuar a nossa luta e o nosso protesto», frisou, lembrando que «o rancor», «o ódio», «as provocações de certas entidades e instituições» acontecem por razões políticas e ideológicas, por via das leis dos partidos e de financiamento dos mesmos, pensadas para atingir o PCP.
«Não suportam que esta seja a maior realização política, cultural, popular, de convívio, solidariedade, solidariedade internacionalista, como é a nossa Festa do Avante!», acrescentou, referindo ainda que, tendo em conta as questões financeiras, «esta é uma contribuição fundamental para que o Partido possa continuar a sua acção e a sua intervenção».
Para contrariar esta situação, acentuou o secretário-geral do PCP, «devemos fazer todo o nosso melhor para que tudo corra bem», no plano da «beleza», da «higiene» e da «segurança». «Que seja a melhor forma de sacudir a pressão que vai existir», avisou, sublinhando que o PCP, também na Festa do Avante!, é «um Partido transparente. Esta é a melhor forma de responder aos objectivos que alguns têm na cabeça, mas que vão falhar!».
Envolvimento e participação
Jerónimo de Sousa falou ainda das tarefas futuras dos comunistas, nomeadamente a preparação do seu XVIII Congresso. «Uma tarefa que exige o envolvimento e a participação de todos os militantes e amigos do Partido», recordou, dando conta que, hoje, «temos mais organização, mais intervenção, um Partido mais forte».
Alertou ainda para os aspectos mais gravosos da política do Governo, sublinhando o ataque aos direitos dos trabalhadores através das propostas de alteração ao Código do Trabalho, num quadro social em que a maioria dos trabalhadores e do povo se confronta com o desemprego, a precariedade, os baixos salários, enquanto os grandes grupos económicos e o capital financeiro acumulam fortunas.
«Eles querem atingir os direitos dos trabalhadores, a organização dos trabalhadores, tal como querem atingir o nosso Partido», alertou, sublinhando que esta é «uma batalha que vai para além do social e do sindical» é, acima de tudo, «uma questão política de fundo».
Para contrariar esta situação, a luta dos comunistas, dos trabalhadores e da população em geral «vai ter de continuar». «Somos o País com maiores desigualdades da União Europeia, onde os ricos acumulam cada vez mais fortuna à custa do sacrifício da população. Nós, comunistas, lutamos contra esta situação e dizemos aos portugueses: Temos soluções, temos alternativa, desde que haja ruptura com esta política», frisou o secretário-geral do PCP.
No final, ao som da «Internacional» e do «Avante Camarada!», as cerca de mil pessoas que ali se encontravam, comunistas e seus amigos, uniram a sua determinação e a sua força e prometeram continuar a luta, em defesa de um futuro melhor.
A cada minuto que passava, mais e mais pessoas iam chegando à esplanada junto ao restaurante de apoio da Quinta da Atalaia, transformando o local num imenso espaço de camaradagem. Espaço que, como valorizou Jerónimo de Sousa, já acolheu, nestas últimas semanas, a participação de mais de 6500 pessoas. «A Festa tem a ver com a militância, a disponibilidade, a fraternidade, o convívio, o trabalho que cada um de nós dá para erguer esta grande cidade de três dias», salientou, respondendo à pergunta colocada, na parte da manhã, pelos jornalistas: «O que é que leva tantos homens, mulheres e jovens a participar nas jornadas de trabalho da Festa?».
«É por razões do Partido que temos e do Partido que somos. Partido distinto de outros, na forma de estar na política, de estar na vida, na forma da compreensão que temos da importância da nossa contribuição voluntária e militante. É este esforço, esta participação, este empenhamento, que tem levado a que a nossa Festa seja cada vez melhor. Sem este grande colectivo partidário, sem este PCP, revolucionário, de projecto, de transformação social, não seria possível fazer esta Festa», afirmou Jerónimo de Sousa.
Esta iniciativa - que se realiza nos dias 5, 6 e 7 de Setembro – provoca, no entanto, «sentimentos contraditórios». «A Festa é o espelho do que é PCP, que eles pensavam que iria desaparecer, ficar residual, fraco. É o exemplo concreto de que temos Partido para continuar a nossa luta e o nosso protesto», frisou, lembrando que «o rancor», «o ódio», «as provocações de certas entidades e instituições» acontecem por razões políticas e ideológicas, por via das leis dos partidos e de financiamento dos mesmos, pensadas para atingir o PCP.
«Não suportam que esta seja a maior realização política, cultural, popular, de convívio, solidariedade, solidariedade internacionalista, como é a nossa Festa do Avante!», acrescentou, referindo ainda que, tendo em conta as questões financeiras, «esta é uma contribuição fundamental para que o Partido possa continuar a sua acção e a sua intervenção».
Para contrariar esta situação, acentuou o secretário-geral do PCP, «devemos fazer todo o nosso melhor para que tudo corra bem», no plano da «beleza», da «higiene» e da «segurança». «Que seja a melhor forma de sacudir a pressão que vai existir», avisou, sublinhando que o PCP, também na Festa do Avante!, é «um Partido transparente. Esta é a melhor forma de responder aos objectivos que alguns têm na cabeça, mas que vão falhar!».
Envolvimento e participação
Jerónimo de Sousa falou ainda das tarefas futuras dos comunistas, nomeadamente a preparação do seu XVIII Congresso. «Uma tarefa que exige o envolvimento e a participação de todos os militantes e amigos do Partido», recordou, dando conta que, hoje, «temos mais organização, mais intervenção, um Partido mais forte».
Alertou ainda para os aspectos mais gravosos da política do Governo, sublinhando o ataque aos direitos dos trabalhadores através das propostas de alteração ao Código do Trabalho, num quadro social em que a maioria dos trabalhadores e do povo se confronta com o desemprego, a precariedade, os baixos salários, enquanto os grandes grupos económicos e o capital financeiro acumulam fortunas.
«Eles querem atingir os direitos dos trabalhadores, a organização dos trabalhadores, tal como querem atingir o nosso Partido», alertou, sublinhando que esta é «uma batalha que vai para além do social e do sindical» é, acima de tudo, «uma questão política de fundo».
Para contrariar esta situação, a luta dos comunistas, dos trabalhadores e da população em geral «vai ter de continuar». «Somos o País com maiores desigualdades da União Europeia, onde os ricos acumulam cada vez mais fortuna à custa do sacrifício da população. Nós, comunistas, lutamos contra esta situação e dizemos aos portugueses: Temos soluções, temos alternativa, desde que haja ruptura com esta política», frisou o secretário-geral do PCP.
No final, ao som da «Internacional» e do «Avante Camarada!», as cerca de mil pessoas que ali se encontravam, comunistas e seus amigos, uniram a sua determinação e a sua força e prometeram continuar a luta, em defesa de um futuro melhor.