«O actual governo conduziu o país a uma vergonha»
Reagindo aos combates envolvendo forças georgianas e russas nas últimas duas semanas, o Partido Comunista Unificado da Geórgia (PCUG) considera que «outra guerra fratricida eclodiu em solo georgiano», situação que, fazem notar, confirma a análise anteriormente feita «sobre a militarização prejudicial realizada pelas autoridades políticas nacionalistas e pró fascistas».
Em comunicado do Comité Central datado de 11 de Agosto, traduzido para português e publicado na íntegra no sítio http://vermelho.org.br o PCUG adianta que «as autoridades georgianas, mais uma vez, organizaram a carnificina» numa acção apoiada «por alguns países ocidentais e por organizações internacionais e regionais» conduzindo o país a «uma vergonha».
Notando que «morreram centenas de civis georgianos na zona do conflito e em toda a Geórgia» e manifestando «as suas profundas condolências aos familiares e amigos das vítimas», os comunistas lembram que «o exército georgiano, armado e preparado por instrutores americanos e utilizando armas americanas, fez uma bárbara destruição da cidade de Tskhinvali. No bombardeamento morreram civis ossetas [cerca de dois mil, adiantam] — nossos irmãos e irmãs, filhos, mulheres, idosos».
Responsáveis devem ser punidos
Perante uma tal situação, o PCUG afirma que «a responsabilidade de mais uma guerra fratricida, da morte de milhares de crianças, de mulheres e de idosos, dos habitantes da Ossétia do Sul, recai apenas sobre o actual presidente da Geórgia, sobre o parlamento e o governo do país», pelo que, exigem, «o Presidente da Geórgia e a sua equipa, naturalmente, são criminosos e devem ser responsabilizados». «Nós, os comunistas georgianos, todas as pessoas de espírito progressista da Geórgia, lutaremos para assegurar que os organizadores deste horrendo genocídio sofram punição severa e legal», acrescem ainda.
Num apelo aos povos de todo o mundo e ao povo georgiano, o PCUG pede «que não se considere a actual liderança georgiana representativa do povo da Geórgia», e pede aos georgianos, «a todas as forças políticas da Geórgia, aos movimentos sociais que se juntem «na luta contra o regime criminoso de Saakachvili» e que «se unam para libertar a Geórgia do regime anti-nacional, russofóbico e pró facista de Saakachvili».
Em comunicado do Comité Central datado de 11 de Agosto, traduzido para português e publicado na íntegra no sítio http://vermelho.org.br o PCUG adianta que «as autoridades georgianas, mais uma vez, organizaram a carnificina» numa acção apoiada «por alguns países ocidentais e por organizações internacionais e regionais» conduzindo o país a «uma vergonha».
Notando que «morreram centenas de civis georgianos na zona do conflito e em toda a Geórgia» e manifestando «as suas profundas condolências aos familiares e amigos das vítimas», os comunistas lembram que «o exército georgiano, armado e preparado por instrutores americanos e utilizando armas americanas, fez uma bárbara destruição da cidade de Tskhinvali. No bombardeamento morreram civis ossetas [cerca de dois mil, adiantam] — nossos irmãos e irmãs, filhos, mulheres, idosos».
Responsáveis devem ser punidos
Perante uma tal situação, o PCUG afirma que «a responsabilidade de mais uma guerra fratricida, da morte de milhares de crianças, de mulheres e de idosos, dos habitantes da Ossétia do Sul, recai apenas sobre o actual presidente da Geórgia, sobre o parlamento e o governo do país», pelo que, exigem, «o Presidente da Geórgia e a sua equipa, naturalmente, são criminosos e devem ser responsabilizados». «Nós, os comunistas georgianos, todas as pessoas de espírito progressista da Geórgia, lutaremos para assegurar que os organizadores deste horrendo genocídio sofram punição severa e legal», acrescem ainda.
Num apelo aos povos de todo o mundo e ao povo georgiano, o PCUG pede «que não se considere a actual liderança georgiana representativa do povo da Geórgia», e pede aos georgianos, «a todas as forças políticas da Geórgia, aos movimentos sociais que se juntem «na luta contra o regime criminoso de Saakachvili» e que «se unam para libertar a Geórgia do regime anti-nacional, russofóbico e pró facista de Saakachvili».