Situação «alarmante» na PSP
A CDU exige, para além do reforço de efectivos, a realização de obras de recuperação da actual esquadra da PSP de Ermesinde.
Não existem balneários na esquadra
No dia 19 de Janeiro de 2007, o Grupo Parlamentar do PCP apresentou um requerimento dirigido ao ministro da Administração Interna onde questionava o número de efectivos e as condições das instalações da esquadra da PSP de Ermesinde. Em resposta, o ministro mandou informar que se estava a elaborar um estudo sobre o assunto.
Passado mais de um ano e após intervenção na Assembleia e no executivo da Junta de Freguesia de Ermesinde, os eleitos do PCP efectuaram uma visita, dia 11 de Julho, à esquadra da PSP.
Ali, os comunistas constataram que a situação é «alarmante». «Para uma população que ronda os 40 mil habitantes, a PSP tem 50 efectivos divididos por cinco turnos. Durante o dia patrulham as ruas de Ermesinde: um carro da “Escola Segura” com dois efectivos (para 10 escolas), um ciclo-motorista e um carro patrulha. Se somarmos pelo menos dois efectivos para a administração da esquadra, é fácil concluir a insuficiência de polícias», alertam.
Há noite a situação é mais grave: «apenas dois efectivos patrulham as ruas da cidade». «Esta situação poderia melhorar com a abertura da divisão em Águas Santas e se fossem retiradas algumas funções burocráticas à esquadra de Ermesinde, sem isso significar a diminuição do número de efectivos», assegura, em nota de imprensa, a CDU.
No que concerne às instalações, «a situação é também muito preocupante». «Apesar da esquadra estar bem localizada, o seu estado de degradação é notório. Chove na antiga camarata e o pavimento de madeira está totalmente levantado. Nesta divisão, baldes espalhados aqui e ali apanham a água da chuva e impedem que esta passe para o piso inferior, onde se situa a secretaria. Não existem balneários na esquadra. Apesar das casas de banho estarem equipadas com banheiras, estas não podem ser usadas devido à ruptura das tubagens. Para remediar a situação das camaratas, foram arranjados uns anexos que possuem fossas de saneamento no seu interior, exalando os maus cheiros que se adivinham. As paredes de toda a esquadra apresentam rachadelas e os tectos estão em risco de ruir», relatam os eleitos comunistas.
A CDU foi ainda informada da venda do edifício por cerca de 100 mil euros, tendo o Estado abdicado do seu direito de opção, «o que nos leva a pensar que não existe, da parte do Ministério da Administração Interna, um projecto para solucionar os problemas das instalações da Polícia de Ermesinde nos tempos mais próximos».
Passado mais de um ano e após intervenção na Assembleia e no executivo da Junta de Freguesia de Ermesinde, os eleitos do PCP efectuaram uma visita, dia 11 de Julho, à esquadra da PSP.
Ali, os comunistas constataram que a situação é «alarmante». «Para uma população que ronda os 40 mil habitantes, a PSP tem 50 efectivos divididos por cinco turnos. Durante o dia patrulham as ruas de Ermesinde: um carro da “Escola Segura” com dois efectivos (para 10 escolas), um ciclo-motorista e um carro patrulha. Se somarmos pelo menos dois efectivos para a administração da esquadra, é fácil concluir a insuficiência de polícias», alertam.
Há noite a situação é mais grave: «apenas dois efectivos patrulham as ruas da cidade». «Esta situação poderia melhorar com a abertura da divisão em Águas Santas e se fossem retiradas algumas funções burocráticas à esquadra de Ermesinde, sem isso significar a diminuição do número de efectivos», assegura, em nota de imprensa, a CDU.
No que concerne às instalações, «a situação é também muito preocupante». «Apesar da esquadra estar bem localizada, o seu estado de degradação é notório. Chove na antiga camarata e o pavimento de madeira está totalmente levantado. Nesta divisão, baldes espalhados aqui e ali apanham a água da chuva e impedem que esta passe para o piso inferior, onde se situa a secretaria. Não existem balneários na esquadra. Apesar das casas de banho estarem equipadas com banheiras, estas não podem ser usadas devido à ruptura das tubagens. Para remediar a situação das camaratas, foram arranjados uns anexos que possuem fossas de saneamento no seu interior, exalando os maus cheiros que se adivinham. As paredes de toda a esquadra apresentam rachadelas e os tectos estão em risco de ruir», relatam os eleitos comunistas.
A CDU foi ainda informada da venda do edifício por cerca de 100 mil euros, tendo o Estado abdicado do seu direito de opção, «o que nos leva a pensar que não existe, da parte do Ministério da Administração Interna, um projecto para solucionar os problemas das instalações da Polícia de Ermesinde nos tempos mais próximos».