Ruptura com a política de direita
Aqui estamos neste espaço de solidariedade e de alegria, nesta Festa que, durante dois dias, transformou, mais uma vez, o Parque de Exposições de Braga num espaço de cultura e de desporto, num espaço gastronómico, num espaço popular ligado às raízes do nosso povo, num espaço de convívio, e acima de tudo, num grande espaço de intervenção política, de debate, de discussão, de afirmação do PCP, da sua capacidade de organização e de mobilização.
Aqui estamos, nesta grande iniciativa que há 30 anos se ergueu do chão, num acto de coragem e resistência, dando uma magnífica resposta àqueles que, pela via criminosa, quiseram acabar com o PCP, que assaltaram e queimaram as nossas sedes, agrediram os nossos camaradas, que procuraram, pelo terror, aquilo que no plano político não conseguiam.
A Festa da Alegria é, também por isso, uma grande festa da luta e da resistência, uma festa que simboliza o empenhamento e a dedicação de milhares de comunistas e de outros democratas que durante décadas lutaram contra a ditadura fascista e que depois de alcançada a liberdade, resistiram para que, também aqui, nesta região, se cumprisse Abril.
Ao evocarmos na nossa XV edição da Festa a memória de Lino Lima, exemplo de militância abnegada, de firmeza, de princípios e de valores, um exemplo de resistência, quisemos homenagear todos aqueles que, tal como Lino Lima, tiveram uma vida inteira de luta pela liberdade, pela democracia, pelos direitos dos trabalhadores e do nosso povo.
A XV edição da Festa demonstra que a intervenção e a luta destes camaradas e amigos não foi em vão pois aqui estão homens, mulheres e jovens que hoje são a realidade dessa luta.
Homens, mulheres e jovens, militantes do Partido e muitos outros que não sendo militantes se quiseram associar à Festa, que, com grande espírito de sacrifício e militância, em três dias ergueram este espaço, mantiveram-no a funcionar, com muito trabalho e dedicação.
Uma Festa que não seria a mesma sem a contribuição e participação das organizações regionais do PCP e da JCP que, apesar das dificuldades e preenchido calendário, decidiram aqui estar, numa grande demonstração de solidariedade partidária, transformando a Festa numa realização de características nacionais do nosso Partido.
Ruptura social
Uma Festa que se realiza num quadro social e económico muito difícil, em que se acentua o encerramento de empresas, os despedimentos, em que aumenta o desemprego e o custo de vida, fruto da política de direita que também o Governo do PS optou por realizar, empurrando o distrito de Braga e toda a região para uma situação de ruptura social.
Daqui saudados os trabalhadores, os agricultores, as populações do distrito, pela magnífica resposta de luta que tem dado e aproveitamos para mais uma vez reafirmar a nossa solidariedade com as suas lutas, assumir o compromisso de empenhamento e dedicação dos comunistas na luta por um distrito e por um País com futuro.
Estaremos solidários, como sempre tivemos, com a luta dos agricultores, no próximo sábado, aqui em Braga, com a continuação da luta contra o código da exploração, com a luta das populações, pelo seu direito à saúde, educação e serviços públicos e com as lutas de todos os sectores, alvos desta política de direita.
Outro rumo é urgente
Outro rumo é possível para o distrito e para o País, uma ruptura com o caminho seguido até agora é urgente. Se houvesse dúvidas desta capacidade que os homens têm de construir com as suas mãos o seu futuro, aqui está a provar a Festa da Alegria que os homens podem construir coisas bonitas, mesmo quando aparentemente estas parecem tão difíceis. É esta a forma de estar dos comunistas, é com esta vontade que vamos continuar a lutar, não para substituir os trabalhadores, os agricultores, as populações, mas sim para os animar e dar esperanças de que existem alternativas e que é possível concretiza-las.
Muito trabalho nos espera de imediato, começando logo pela desimplantação da nossa Festa. A realização da Festa do Avante, a continuação da luta, a realização do nosso XVIII Congresso, são outras das tarefas que temos pela frente.
Saímos da Festa da Alegria mais fortes, em melhores condições de reforçar a organização, de aumentar a influência política, mais preparados para exigentes batalhas que temos pela frente. A luta continua.
Aqui estamos, nesta grande iniciativa que há 30 anos se ergueu do chão, num acto de coragem e resistência, dando uma magnífica resposta àqueles que, pela via criminosa, quiseram acabar com o PCP, que assaltaram e queimaram as nossas sedes, agrediram os nossos camaradas, que procuraram, pelo terror, aquilo que no plano político não conseguiam.
A Festa da Alegria é, também por isso, uma grande festa da luta e da resistência, uma festa que simboliza o empenhamento e a dedicação de milhares de comunistas e de outros democratas que durante décadas lutaram contra a ditadura fascista e que depois de alcançada a liberdade, resistiram para que, também aqui, nesta região, se cumprisse Abril.
Ao evocarmos na nossa XV edição da Festa a memória de Lino Lima, exemplo de militância abnegada, de firmeza, de princípios e de valores, um exemplo de resistência, quisemos homenagear todos aqueles que, tal como Lino Lima, tiveram uma vida inteira de luta pela liberdade, pela democracia, pelos direitos dos trabalhadores e do nosso povo.
A XV edição da Festa demonstra que a intervenção e a luta destes camaradas e amigos não foi em vão pois aqui estão homens, mulheres e jovens que hoje são a realidade dessa luta.
Homens, mulheres e jovens, militantes do Partido e muitos outros que não sendo militantes se quiseram associar à Festa, que, com grande espírito de sacrifício e militância, em três dias ergueram este espaço, mantiveram-no a funcionar, com muito trabalho e dedicação.
Uma Festa que não seria a mesma sem a contribuição e participação das organizações regionais do PCP e da JCP que, apesar das dificuldades e preenchido calendário, decidiram aqui estar, numa grande demonstração de solidariedade partidária, transformando a Festa numa realização de características nacionais do nosso Partido.
Ruptura social
Uma Festa que se realiza num quadro social e económico muito difícil, em que se acentua o encerramento de empresas, os despedimentos, em que aumenta o desemprego e o custo de vida, fruto da política de direita que também o Governo do PS optou por realizar, empurrando o distrito de Braga e toda a região para uma situação de ruptura social.
Daqui saudados os trabalhadores, os agricultores, as populações do distrito, pela magnífica resposta de luta que tem dado e aproveitamos para mais uma vez reafirmar a nossa solidariedade com as suas lutas, assumir o compromisso de empenhamento e dedicação dos comunistas na luta por um distrito e por um País com futuro.
Estaremos solidários, como sempre tivemos, com a luta dos agricultores, no próximo sábado, aqui em Braga, com a continuação da luta contra o código da exploração, com a luta das populações, pelo seu direito à saúde, educação e serviços públicos e com as lutas de todos os sectores, alvos desta política de direita.
Outro rumo é urgente
Outro rumo é possível para o distrito e para o País, uma ruptura com o caminho seguido até agora é urgente. Se houvesse dúvidas desta capacidade que os homens têm de construir com as suas mãos o seu futuro, aqui está a provar a Festa da Alegria que os homens podem construir coisas bonitas, mesmo quando aparentemente estas parecem tão difíceis. É esta a forma de estar dos comunistas, é com esta vontade que vamos continuar a lutar, não para substituir os trabalhadores, os agricultores, as populações, mas sim para os animar e dar esperanças de que existem alternativas e que é possível concretiza-las.
Muito trabalho nos espera de imediato, começando logo pela desimplantação da nossa Festa. A realização da Festa do Avante, a continuação da luta, a realização do nosso XVIII Congresso, são outras das tarefas que temos pela frente.
Saímos da Festa da Alegria mais fortes, em melhores condições de reforçar a organização, de aumentar a influência política, mais preparados para exigentes batalhas que temos pela frente. A luta continua.