«A Câmara não será prejudicada»
A Câmara de Beja assumiu, quinta-feira, os bens e as dívidas de quase 822 mil euros da sociedade gestora do programa Polis na cidade, que deverá ser liquidada mais de três anos e meio depois do previsto.
Em declarações à Lusa, o vereador da autarquia, Francisco Caixinha, explicou que o município assumiu os bens (novas construções) e a dívida de 821 607 euros à banca da BejaPolis, após a proposta de liquidação e extinção e a decisão final de aceitar os activos e os passivos da sociedade terem sido aprovadas pela Assembleia Municipal de Beja.
«Finalmente estão reunidas as condições para a extinção da sociedade», que entre 2000 e 2004 executou as obras do Polis, afirmou Francisco Caixinha, referindo que tal deverá acontecer «a todo o momento, quando o outro liquidatário, o Estado, pedir a extinção» da BejaPolis.
«A Câmara não será prejudicada», garantiu Francisco Caixinha, explicando que, como contrapartida à dívida assumida, o município vai receber, através do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), comparticipações para algumas obras municipais que não tiveram apoios comunitários, como é o caso da construção do Centro Social do Lidador.
Em declarações à Lusa, o vereador da autarquia, Francisco Caixinha, explicou que o município assumiu os bens (novas construções) e a dívida de 821 607 euros à banca da BejaPolis, após a proposta de liquidação e extinção e a decisão final de aceitar os activos e os passivos da sociedade terem sido aprovadas pela Assembleia Municipal de Beja.
«Finalmente estão reunidas as condições para a extinção da sociedade», que entre 2000 e 2004 executou as obras do Polis, afirmou Francisco Caixinha, referindo que tal deverá acontecer «a todo o momento, quando o outro liquidatário, o Estado, pedir a extinção» da BejaPolis.
«A Câmara não será prejudicada», garantiu Francisco Caixinha, explicando que, como contrapartida à dívida assumida, o município vai receber, através do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), comparticipações para algumas obras municipais que não tiveram apoios comunitários, como é o caso da construção do Centro Social do Lidador.