O valor da democracia interna
Em centenas de reuniões e plenários, milhares de militantes do Partido debateram os temas a inserir na proposta de Teses a apresentar ao Congresso do Partido.
Terminou no fim-de-semana a primeira fase de preparação do Congresso
Finalizada que está a primeira fase da preparação do XVIII Congresso do Partido, com a reunião do Comité Central de domingo e segunda-feira, muitos foram os plenários, reuniões e debates realizados, envolvendo milhares de militantes comunistas.
No distrito do Porto, chegou-nos o relato de algumas iniciativas. No dia 22, em Lousada, debateu-se o crescente desemprego e o gravoso Código do Trabalho. A necessidade e importância da luta mereceram também o destaque dos participantes. O reforço do Partido esteve igualmente em debate, assim como o seu carácter imprescindível para o combate à política de direita e dinamização da luta de massas. Ao concreto, foi colocada a perspectiva de criação de comissões em três freguesias prioritárias.
No dia anterior, em Valongo, 33 militantes participaram num plenário preparatório do XVIII Congresso. Após uma exposição inicial, que abordou os tópicos propostos pelo Comité Central para esta fase de preparação, as intervenções sucederam-se umas às outras, com muita ligação às situações vividas no concelho. A propósito da política anti-social do Governo, foi dado o exemplo dos mineiros da Lousa, em Campo, que, apesar de terem a saúde arruinada por causa do pó nos pulmões, estarão a receber em 2008 menos de reforma do que em 2007.
O processo democrático e colectivo de preparação dos congressos do PCP esteve também em discussão, assim como o silenciamento das acções do Partido pela comunicação social, em contraste com a promoção artificial de outras forças políticas.
O Sector Intelectual optou por debater, no dia 20, os principais traços da evolução da situação internacional, com Albano Nunes, da Comissão Política e do Secretariado do Comité Central. A grave situação mundial, ligada ao capitalismo e ao imperialismo, bem como as suas consequências para a vida dos povos, foi um dos assuntos abordados. Num outro debate promovido pelo mesmo sector, José Casanova abordou a situação política nacional, destacando a luta dos trabalhadores e o reforço da organização e intervenção do Partido. A necessidade de uma política alternativa e as suas linhas fundamentais motivaram a participação de muitos dos presentes.
Já no dia 13 se tinha realizado um outro plenário, em Vila Nova de Gaia. No que respeita à situação internacional, foi aprofundada a corrida aos armamentos e o controlo, pelo imperialismo, de importantes matérias-primas e recursos naturais. A situação política nacional também esteve em destaque, reforçando-se a ideia de que a alternativa política passa por uma ruptura com a política de direita, sendo que a intensificação da luta de massas é o caminho mais seguro para a protagonizar. Para uma melhor e maior intervenção e influência do Partido, o reforço da organização foi apontado como essencial.
A vitória do «Não» na Irlanda mereceu de todos uma forte congratulação.
No distrito do Porto, chegou-nos o relato de algumas iniciativas. No dia 22, em Lousada, debateu-se o crescente desemprego e o gravoso Código do Trabalho. A necessidade e importância da luta mereceram também o destaque dos participantes. O reforço do Partido esteve igualmente em debate, assim como o seu carácter imprescindível para o combate à política de direita e dinamização da luta de massas. Ao concreto, foi colocada a perspectiva de criação de comissões em três freguesias prioritárias.
No dia anterior, em Valongo, 33 militantes participaram num plenário preparatório do XVIII Congresso. Após uma exposição inicial, que abordou os tópicos propostos pelo Comité Central para esta fase de preparação, as intervenções sucederam-se umas às outras, com muita ligação às situações vividas no concelho. A propósito da política anti-social do Governo, foi dado o exemplo dos mineiros da Lousa, em Campo, que, apesar de terem a saúde arruinada por causa do pó nos pulmões, estarão a receber em 2008 menos de reforma do que em 2007.
O processo democrático e colectivo de preparação dos congressos do PCP esteve também em discussão, assim como o silenciamento das acções do Partido pela comunicação social, em contraste com a promoção artificial de outras forças políticas.
O Sector Intelectual optou por debater, no dia 20, os principais traços da evolução da situação internacional, com Albano Nunes, da Comissão Política e do Secretariado do Comité Central. A grave situação mundial, ligada ao capitalismo e ao imperialismo, bem como as suas consequências para a vida dos povos, foi um dos assuntos abordados. Num outro debate promovido pelo mesmo sector, José Casanova abordou a situação política nacional, destacando a luta dos trabalhadores e o reforço da organização e intervenção do Partido. A necessidade de uma política alternativa e as suas linhas fundamentais motivaram a participação de muitos dos presentes.
Já no dia 13 se tinha realizado um outro plenário, em Vila Nova de Gaia. No que respeita à situação internacional, foi aprofundada a corrida aos armamentos e o controlo, pelo imperialismo, de importantes matérias-primas e recursos naturais. A situação política nacional também esteve em destaque, reforçando-se a ideia de que a alternativa política passa por uma ruptura com a política de direita, sendo que a intensificação da luta de massas é o caminho mais seguro para a protagonizar. Para uma melhor e maior intervenção e influência do Partido, o reforço da organização foi apontado como essencial.
A vitória do «Não» na Irlanda mereceu de todos uma forte congratulação.