Crise na agricultura
Há semelhança do que aconteceu no Poceirão, concelho de Palmela, os agricultores que tencionavam manifestar-se, quinta-feira, em Braga, foram barrados pela PSP junto ao estádio municipal, depois da decisão de desobedecer à ordem do Governador Civil e levar os cerca de 50 tractores até à Praça do Município.
Esta situação acontece após o Governo, num acto intimidatório, ter mandado a GNR a casa dos agricultores para lhes pedir que não levassem os tractores para o protesto. Em declarações à Lusa, José Manuel Lobato, dirigente da Associação de Agricultores de Braga, revelou que as «visitas» da GNR ocorreram nas freguesias de Lamas e Espinho, tendo os militares dito aos agricultores que poderiam sofrer as consequências, nomeadamente multas, se fossem à manifestação.
A associação acusou também o Governo Civil de Braga de violar o direito à manifestação, por ter montado um cordão policial nos vários acessos à cidade para impedir a entrada de tractores. «Há 300 tractores parados nos vários acessos à cidade», garantiu o dirigente.
No dia anterior, 25 de Junho, outras centenas de agricultores realizaram uma marcha entre Ovar e Estarreja. Este protesto foi promovido pela Associação da Lavoura do Distrito de Aveiro (ALDA) e apoiado pela Confederação Nacional de Agricultura (CNA).
No sábado, dia 28 de Junho, outros tantos concentraram-se à porta do Governo Civil da Guarda. Ontem, quarta-feira, foi a vez de os agricultores Bragança, Vila Real e Vila Pouca de Aguiar se manifestarem em Chaves.
Tal como noutros sectores, a alta do preço dos combustíveis é um dos motivos do descontentamento, pelo que os agricultores reclamam que o subsídio ao gasóleo agrícola passe dos actuais 37, 2 cêntimos para os 75 cêntimos.
Exigem ainda, entre outros, a «criação e o apoio a mecanismos de escoamento para produtos como, por exemplo, a carne, a batata, o vinho, de forma a obter-se melhores preços na produção», o «combate à especulação dos preços de bens alimentares» e o «pagamento, ainda em falta, aos agricultores e às organizações agro-rurais de ajuda e reembolsos por projectos de investimento».
Esta situação acontece após o Governo, num acto intimidatório, ter mandado a GNR a casa dos agricultores para lhes pedir que não levassem os tractores para o protesto. Em declarações à Lusa, José Manuel Lobato, dirigente da Associação de Agricultores de Braga, revelou que as «visitas» da GNR ocorreram nas freguesias de Lamas e Espinho, tendo os militares dito aos agricultores que poderiam sofrer as consequências, nomeadamente multas, se fossem à manifestação.
A associação acusou também o Governo Civil de Braga de violar o direito à manifestação, por ter montado um cordão policial nos vários acessos à cidade para impedir a entrada de tractores. «Há 300 tractores parados nos vários acessos à cidade», garantiu o dirigente.
No dia anterior, 25 de Junho, outras centenas de agricultores realizaram uma marcha entre Ovar e Estarreja. Este protesto foi promovido pela Associação da Lavoura do Distrito de Aveiro (ALDA) e apoiado pela Confederação Nacional de Agricultura (CNA).
No sábado, dia 28 de Junho, outros tantos concentraram-se à porta do Governo Civil da Guarda. Ontem, quarta-feira, foi a vez de os agricultores Bragança, Vila Real e Vila Pouca de Aguiar se manifestarem em Chaves.
Tal como noutros sectores, a alta do preço dos combustíveis é um dos motivos do descontentamento, pelo que os agricultores reclamam que o subsídio ao gasóleo agrícola passe dos actuais 37, 2 cêntimos para os 75 cêntimos.
Exigem ainda, entre outros, a «criação e o apoio a mecanismos de escoamento para produtos como, por exemplo, a carne, a batata, o vinho, de forma a obter-se melhores preços na produção», o «combate à especulação dos preços de bens alimentares» e o «pagamento, ainda em falta, aos agricultores e às organizações agro-rurais de ajuda e reembolsos por projectos de investimento».