Semana de luta em França
Cinco organizações sindicais convocaram para hoje, quinta-feira, uma jornada de greve nacional em toda a administração pública de França, convergindo com diversas acções anunciadas por outras cinco federações da Educação.
As centrais CGT, FSU, Solidaires, Unsa e CFTC lançaram o apelo de greve aos trabalhadores da administração central e regional e local, bem como ao sector da saúde, com o objectivo de realizar «uma jornada massiva» que será marcada por manifestações nas principais cidades.
Em causa está o projecto de lei que pretende impor a mobilidade aos trabalhadores da administração pública e a intenção do governo de proceder a «supressões massivas de postos de trabalho», no âmbito da revisão geral das funções sociais do Estado.
Ao protesto dos trabalhadores do Estado juntaram-se as várias estruturas de professores, pais e alunos que, no mesmo dia, se manifestam «contra a política orçamental e educativa do governo».
Entre estas estão as federações de professores (FSU, Unsa-Education, Sgen-CFDT, Ferec-CGT e Sud-Education). Aderem igualmente ao protesto duas organizações de alunos do secundário (UNL e Fidl) e três do superior, às quais se juntaram associações de direita como a Snalc-Csen, a Fep-CFDT (professores do ensino privado), a Snetaa-Eil (ensino profissional) e uma frente sindical do ensino superior e investigação.
As associações do secundário estão em luta desde o final de Março contra a redução de 11 200 professores. Também a FCPE, a maior federação de associações de pais, que esteve reunida em congresso no fim-de-semana, apelou à participação em massa nos desfiles de hoje.
As centrais CGT, FSU, Solidaires, Unsa e CFTC lançaram o apelo de greve aos trabalhadores da administração central e regional e local, bem como ao sector da saúde, com o objectivo de realizar «uma jornada massiva» que será marcada por manifestações nas principais cidades.
Em causa está o projecto de lei que pretende impor a mobilidade aos trabalhadores da administração pública e a intenção do governo de proceder a «supressões massivas de postos de trabalho», no âmbito da revisão geral das funções sociais do Estado.
Ao protesto dos trabalhadores do Estado juntaram-se as várias estruturas de professores, pais e alunos que, no mesmo dia, se manifestam «contra a política orçamental e educativa do governo».
Entre estas estão as federações de professores (FSU, Unsa-Education, Sgen-CFDT, Ferec-CGT e Sud-Education). Aderem igualmente ao protesto duas organizações de alunos do secundário (UNL e Fidl) e três do superior, às quais se juntaram associações de direita como a Snalc-Csen, a Fep-CFDT (professores do ensino privado), a Snetaa-Eil (ensino profissional) e uma frente sindical do ensino superior e investigação.
As associações do secundário estão em luta desde o final de Março contra a redução de 11 200 professores. Também a FCPE, a maior federação de associações de pais, que esteve reunida em congresso no fim-de-semana, apelou à participação em massa nos desfiles de hoje.