Prepotência na Câmara de Lisboa
A reunião pública da Câmara Municipal de Lisboa (CML), que se realizou no passado dia 26 de Março, terminou «abruptamente» por decisão do presidente António Costa, após uma sucessão de factos conhecidos.
«Em causa está o anúncio feito, na altura, pelo presidente da CML que iria autorizar por despacho a instalação na cidade de 15 turbinas éolicas, depois de ao longo de mais uma hora de debate, ter ficado claro que toda a oposição iria votar contra esta proposta do vereador do BE, Sá Fernandes, aliás, anteriormente retirada, discutida em gabinete com os vereadores, reformulada, reapresentada e finalmente, de novo, retirada para ser objecto de despacho do presidente da CML», informa, em nota de imprensa, a CDU.
O que acontece, acrescenta a coligação, «é que a referida proposta estava agendada e foi retirada quando o PS e o BE se aperceberam que a votação teria como resultado a sua rejeição por maioria de votos, seguindo-se a arrogante afirmação do presidente de que, apesar dessa constatada opinião da maioria municipal, resolveria a situação mediante o simples despacho do próprio».
Mais curioso é que, para cúmulo, a retirada da proposta foi «servilmente» realizada pelo próprio vereador do BE, a pedido expresso do presidente, tendo ambos confirmado a vontade de ultrapassar a Câmara e aprovar a medida por mero despacho.
Contra redução de verbas
O presidente da junta de freguesia de Alcântara, José Godinho, recusou, na passada semana, assumir a manutenção dos espaços verdes, uma competência que é delegada pela Câmara de Lisboa. Em causa está a mudança dos critérios introduzidos pelo vereador José Sá Fernandes (BE), que segundo o autarca comunista implicam uma redução dos montantes a transferir.
«Em causa está o anúncio feito, na altura, pelo presidente da CML que iria autorizar por despacho a instalação na cidade de 15 turbinas éolicas, depois de ao longo de mais uma hora de debate, ter ficado claro que toda a oposição iria votar contra esta proposta do vereador do BE, Sá Fernandes, aliás, anteriormente retirada, discutida em gabinete com os vereadores, reformulada, reapresentada e finalmente, de novo, retirada para ser objecto de despacho do presidente da CML», informa, em nota de imprensa, a CDU.
O que acontece, acrescenta a coligação, «é que a referida proposta estava agendada e foi retirada quando o PS e o BE se aperceberam que a votação teria como resultado a sua rejeição por maioria de votos, seguindo-se a arrogante afirmação do presidente de que, apesar dessa constatada opinião da maioria municipal, resolveria a situação mediante o simples despacho do próprio».
Mais curioso é que, para cúmulo, a retirada da proposta foi «servilmente» realizada pelo próprio vereador do BE, a pedido expresso do presidente, tendo ambos confirmado a vontade de ultrapassar a Câmara e aprovar a medida por mero despacho.
Contra redução de verbas
O presidente da junta de freguesia de Alcântara, José Godinho, recusou, na passada semana, assumir a manutenção dos espaços verdes, uma competência que é delegada pela Câmara de Lisboa. Em causa está a mudança dos critérios introduzidos pelo vereador José Sá Fernandes (BE), que segundo o autarca comunista implicam uma redução dos montantes a transferir.