Os perigos do Tratado de Lisboa
«Tratado de Lisboa, Não! Referendo Já!» foi o tema do debate organizado, sábado, no Clube Estefânia, pela Organização Regional de Lisboa da JCP. Esta iniciativa contou com a participação de Carina Castro, membro dos organismos executivos da Direcção Nacional da JCP.
«As consequências da ratificação do Tratado de Lisboa para a juventude e para o povo português foram abordadas numa perspectiva de desmascarar o verdadeiro conteúdo deste tratado anti-democrático, federalista, militarista e neoliberal», relata, em nota ao Avante!, a JCP, lembrando que ali surgiram «importantes contributos e denúncia de situações concretas», nomeadamente a «retirada de direitos da juventude e dos trabalhadores», a «privatização dos serviços públicos», a «implementação da flexigurança e do Livro Branco», a «subjugação da Constituição da República aos interesses das grandes potências europeias» e o «envio de tropas portuguesas para guerras imperialistas».
No final do debate, que contou com a participação de cerca de 30 jovens, concluiu-se a importância «de todos os camaradas e amigos levarem esta discussão às escolas, empresas, associações juvenis em que participem, como um meio de alargar a luta pela realização de um referendo e desmascarar os perigos do Tratado de Lisboa».
«As consequências da ratificação do Tratado de Lisboa para a juventude e para o povo português foram abordadas numa perspectiva de desmascarar o verdadeiro conteúdo deste tratado anti-democrático, federalista, militarista e neoliberal», relata, em nota ao Avante!, a JCP, lembrando que ali surgiram «importantes contributos e denúncia de situações concretas», nomeadamente a «retirada de direitos da juventude e dos trabalhadores», a «privatização dos serviços públicos», a «implementação da flexigurança e do Livro Branco», a «subjugação da Constituição da República aos interesses das grandes potências europeias» e o «envio de tropas portuguesas para guerras imperialistas».
No final do debate, que contou com a participação de cerca de 30 jovens, concluiu-se a importância «de todos os camaradas e amigos levarem esta discussão às escolas, empresas, associações juvenis em que participem, como um meio de alargar a luta pela realização de um referendo e desmascarar os perigos do Tratado de Lisboa».