Greves no Porto
Em defesa dos direitos e contra a alteração unilateral do acordo de empresa, os trabalhadores da Sociedade de Transportes Colectivos do Porto repetiram esta semana uma série de greves, das zero horas de domingo às duas horas de ontem - tal como tinha sucedido no período do Natal. A luta foi convocada pelo STRUN/CGTP-IN, pelo Sitra e pelo Sindicato Nacional dos Motoristas.
Teve uma adesão de cerca de oitenta por cento a greve dos trabalhadores da recolha de lixo da Câmara Municipal do Porto, no dia 31 de Dezembro, revelou à Agência Lusa um dirigente do STAL/CGTP-IN. Segundo João Avelino, apenas saíram seis carros, dos 27 escalados para o serviço. A greve estendeu-se ainda às horas extraordinárias, entre as zero horas de terça-feira e as quatro de ontem. Em causa está a decisão da autarquia de elaborar um mapa de turnos, para assegurar a recolha de lixo aos fins-de-semana, sem assegurar a compensação por este trabalho.
Em comunicado, no dia 31, a direcção da organização do PCP na cidade expressou a solidariedade dos comunistas para com a luta dos trabalhadores da limpeza, lembrando que a decisão de pôr fim à recolha de lixo aos fins-de-semana foi de Rui Rio e da coligação PSD/CDS-PP, que procuravam criar condições para a privatização e que, agora, se vêem confrontados com a insatisfação da população.
Teve uma adesão de cerca de oitenta por cento a greve dos trabalhadores da recolha de lixo da Câmara Municipal do Porto, no dia 31 de Dezembro, revelou à Agência Lusa um dirigente do STAL/CGTP-IN. Segundo João Avelino, apenas saíram seis carros, dos 27 escalados para o serviço. A greve estendeu-se ainda às horas extraordinárias, entre as zero horas de terça-feira e as quatro de ontem. Em causa está a decisão da autarquia de elaborar um mapa de turnos, para assegurar a recolha de lixo aos fins-de-semana, sem assegurar a compensação por este trabalho.
Em comunicado, no dia 31, a direcção da organização do PCP na cidade expressou a solidariedade dos comunistas para com a luta dos trabalhadores da limpeza, lembrando que a decisão de pôr fim à recolha de lixo aos fins-de-semana foi de Rui Rio e da coligação PSD/CDS-PP, que procuravam criar condições para a privatização e que, agora, se vêem confrontados com a insatisfação da população.