Dívida às farmacêuticas cresce
Os créditos das farmacêuticas aos hospitais públicos atingem valores superiores a 800 milhões de euros, de acordo com um relatório oficial citado pela Lusa.
Segundo os dados a que a agência noticiosa teve acesso, de 2006 a 2007 o crescimento foi de 14 por cento. Desde a entrada em funções do Governo do Partido Socialista a dívida do Estado já cresceu 34 pontos percentuais.
Entre as 50 unidades de saúde tidas em conta no documento, as transformadas em Entidades Públicas Empresariais contribuem decisivamente para o calote. Se somarmos os valores acumulados desde que o executivo liderado por José Sócrates assumiu responsabilidades, o aumento da dívida destes hospitais ascende aos 132 por cento.
Entretanto, o Governo parece ter optado por resolver o problema cortando nos medicamentos postos às disposição dos portugueses, receita que visa poupar uns milhões em comparticipações mesmo que em prejuízo da eficácia dos tratamentos usados quando nos dirigimos a um hospital.
Ouvido pela TSF sobre o assunto, o presidente do Infarmed, Vasco Maria, admitiu que a aprovação de novos medicamentos pela entidade está dependente do controlo apertado dos custos destes no magro orçamento dos hospitais. Os fármacos em questão apresentam «vantagens terapêuticas para os doentes, mas os seus preços são muito elevados», disse Vasco Maria em declarações à rádio.
Dos 16 pedidos de avaliação solicitados ao Infarmed em 2007, apenas dois para aplicação oncológica foram até agora aprovados, e um para tratamento do VIH encontra-se em fase de apreciação, acrescentou.
Segundo os dados a que a agência noticiosa teve acesso, de 2006 a 2007 o crescimento foi de 14 por cento. Desde a entrada em funções do Governo do Partido Socialista a dívida do Estado já cresceu 34 pontos percentuais.
Entre as 50 unidades de saúde tidas em conta no documento, as transformadas em Entidades Públicas Empresariais contribuem decisivamente para o calote. Se somarmos os valores acumulados desde que o executivo liderado por José Sócrates assumiu responsabilidades, o aumento da dívida destes hospitais ascende aos 132 por cento.
Entretanto, o Governo parece ter optado por resolver o problema cortando nos medicamentos postos às disposição dos portugueses, receita que visa poupar uns milhões em comparticipações mesmo que em prejuízo da eficácia dos tratamentos usados quando nos dirigimos a um hospital.
Ouvido pela TSF sobre o assunto, o presidente do Infarmed, Vasco Maria, admitiu que a aprovação de novos medicamentos pela entidade está dependente do controlo apertado dos custos destes no magro orçamento dos hospitais. Os fármacos em questão apresentam «vantagens terapêuticas para os doentes, mas os seus preços são muito elevados», disse Vasco Maria em declarações à rádio.
Dos 16 pedidos de avaliação solicitados ao Infarmed em 2007, apenas dois para aplicação oncológica foram até agora aprovados, e um para tratamento do VIH encontra-se em fase de apreciação, acrescentou.