Desemprego não abranda
O desemprego em Portugal não dá sinais de abrandar. Dados revelados pelo Instituto Nacional de Estatística relativos ao terceiro trimestre de 2007 confirmam a subida do número de desocupados no país na ordem das 1300 pessoas por mês.
Comparando com o mesmo período de 2006, os valores do INE revelaram que no espaço de um ano os números do desemprego aumentaram em 27 mil efectivos, atingindo agora quase 445 mil pessoas.
O crescimento traduz-se em termos relativos num acréscimo de meio ponto percentual em relação ao terceiro trimestre do ano passado, cifrando-se a taxa de desemprego actual em 7,9 por cento.
Os cerca de 13 mil empregos criados – menos de metade do número de novos desempregados – pautam-se por vínculos laborais precários e trabalho a tempo parcial, diz ainda o INE.
Igualmente graves são as consequências das novas regras de atribuição do subsídio de desemprego, o qual, em média, não ultrapassa os 463 euros mensais. No final do mês de Setembro, 40 por cento dos desempregados inscritos no IEFP, aproximadamente 181 mil pessoas, não tinham direito àquela importante prestação social.
Os dados sobre o acesso ao subsídio de desemprego foram, aliás, o único índice que de 2006 para 2007 registou uma queda, na ordem dos 9,7 por cento.
Comparando com o mesmo período de 2006, os valores do INE revelaram que no espaço de um ano os números do desemprego aumentaram em 27 mil efectivos, atingindo agora quase 445 mil pessoas.
O crescimento traduz-se em termos relativos num acréscimo de meio ponto percentual em relação ao terceiro trimestre do ano passado, cifrando-se a taxa de desemprego actual em 7,9 por cento.
Os cerca de 13 mil empregos criados – menos de metade do número de novos desempregados – pautam-se por vínculos laborais precários e trabalho a tempo parcial, diz ainda o INE.
Igualmente graves são as consequências das novas regras de atribuição do subsídio de desemprego, o qual, em média, não ultrapassa os 463 euros mensais. No final do mês de Setembro, 40 por cento dos desempregados inscritos no IEFP, aproximadamente 181 mil pessoas, não tinham direito àquela importante prestação social.
Os dados sobre o acesso ao subsídio de desemprego foram, aliás, o único índice que de 2006 para 2007 registou uma queda, na ordem dos 9,7 por cento.