CDU acusa autarquia de «défice democrático»
Rui Sá, Sérgio Teixeira e Artur Ribeiro, eleitos da CDU, fizeram um balanço negativo da primeira metade do actual mandato autárquico e acusaram o presidente da Câmara do Porto de «tentar transformar uma maioria absoluta num poder absoluto».
A CDU é o verdadeiro projecto alternativo para a cidade do Porto
Em conferência de imprensa, realizada na passada semana, Rui Sá deu como exemplos de «défice democrático» a «transformação dos meios de publicidade institucionais da Câmara, como o site, a revista e os painéis luminosos, em verdadeiros instrumentos de propaganda das posições de Rui Rio e da coligação PSD/CDS».
Segundo o vereador da CDU, que em 2005 perdeu os pelouros atribuídos por Rui Rio no mandato anterior, a Câmara do Porto usou em 2006 mais de 500 mil euros de dinheiros públicos para fazer «propaganda» da maioria autárquica.
«Temos há mais de um ano uma queixa na ERC [Entidade Reguladora para a Comunicação Social], porque consideramos o site da Câmara uma forma ilícita de utilização de dinheiros públicos para fins privados», referiu Rui Sá, para quem Rui Rio não pensa na cidade, mas sim na conquista da presidência do PSD.
A CDU acusou também Rui Rio de fazer «ataque deliberado a órgãos de comunicação social e jornalistas», visando «desacreditar o seu conteúdo noticioso» e «intimidar e limitar a acção jornalística».
Rui Sá acusou ainda Rui Rio de «instauração de um clima de medo junto dos funcionários municipais» e de transformação das empresas municipais em «centros de emprego de “boys” e “girls” do PSD e do CDS-PP».
Para a CDU, Rui Rio optou por uma «política de espectáculo», que valoriza «corridas de carros e aviões e árvores gigantes», em vez da anunciada prioridade social.
«Trapalhadas urbanísticas»
Na área do urbanismo, Rui Sá afirmou que estes dois anos foram caracterizados por «grandes construções» e «trapalhadas urbanísticas», como os processos Bragaparques/Hospital S. João, Quinta da China, Adicais junto à Casa da Música e empreendimento nas antigas instalações da M. Rua.
«É sintomática também a cumplicidade existente entre a maioria PSD/CDS e as medidas mais negativas tomadas pelo Governo PS/Sócrates», frisou Rui Sá.
O autarca deu como exemplos de «perfeita sintonia» entre Rio e Sócrates os «ataques feitos aos trabalhadores da Administração Local», a «convergência total no encerramento de vários equipamentos públicos» e a «proposta cega» de fusão de freguesias.
A CDU criticou ainda a crescente entrega a privados de serviços e bens públicos, como o Palácio do Freixo, Teatro Rivoli, Mercado do Bolhão, Pavilhão Rosa Mota, recolha de lixo e manutenção dos jardins dos bairros municipais.
Perante o que caracterizou como a «ineficácia» da maioria PSD/CDS-PP e a intervenção «meramente pontual» do PS, Sérgio Teixeira afirmou que «a CDU é o verdadeiro projecto alternativo para a cidade do Porto».
Segundo o vereador da CDU, que em 2005 perdeu os pelouros atribuídos por Rui Rio no mandato anterior, a Câmara do Porto usou em 2006 mais de 500 mil euros de dinheiros públicos para fazer «propaganda» da maioria autárquica.
«Temos há mais de um ano uma queixa na ERC [Entidade Reguladora para a Comunicação Social], porque consideramos o site da Câmara uma forma ilícita de utilização de dinheiros públicos para fins privados», referiu Rui Sá, para quem Rui Rio não pensa na cidade, mas sim na conquista da presidência do PSD.
A CDU acusou também Rui Rio de fazer «ataque deliberado a órgãos de comunicação social e jornalistas», visando «desacreditar o seu conteúdo noticioso» e «intimidar e limitar a acção jornalística».
Rui Sá acusou ainda Rui Rio de «instauração de um clima de medo junto dos funcionários municipais» e de transformação das empresas municipais em «centros de emprego de “boys” e “girls” do PSD e do CDS-PP».
Para a CDU, Rui Rio optou por uma «política de espectáculo», que valoriza «corridas de carros e aviões e árvores gigantes», em vez da anunciada prioridade social.
«Trapalhadas urbanísticas»
Na área do urbanismo, Rui Sá afirmou que estes dois anos foram caracterizados por «grandes construções» e «trapalhadas urbanísticas», como os processos Bragaparques/Hospital S. João, Quinta da China, Adicais junto à Casa da Música e empreendimento nas antigas instalações da M. Rua.
«É sintomática também a cumplicidade existente entre a maioria PSD/CDS e as medidas mais negativas tomadas pelo Governo PS/Sócrates», frisou Rui Sá.
O autarca deu como exemplos de «perfeita sintonia» entre Rio e Sócrates os «ataques feitos aos trabalhadores da Administração Local», a «convergência total no encerramento de vários equipamentos públicos» e a «proposta cega» de fusão de freguesias.
A CDU criticou ainda a crescente entrega a privados de serviços e bens públicos, como o Palácio do Freixo, Teatro Rivoli, Mercado do Bolhão, Pavilhão Rosa Mota, recolha de lixo e manutenção dos jardins dos bairros municipais.
Perante o que caracterizou como a «ineficácia» da maioria PSD/CDS-PP e a intervenção «meramente pontual» do PS, Sérgio Teixeira afirmou que «a CDU é o verdadeiro projecto alternativo para a cidade do Porto».