JCP saúda comunistas gregos
O Secretariado da JCP saudou a Juventude Comunista da Grécia (KNE) pelo «importante reforço eleitoral» do Partido Comunista da Grécia (KKE), registado nas eleições gerais antecipadas, realizadas no dia 16.
No escrutínio destacou-se a diminuição de votação do partido de governo, Nova Democracia, e o crescimento do KKE, passando de 5,98 por cento – 12 deputados (2004) – para 8,12 por cento – 22 deputados.
«Este resultado foi uma cabal resposta do povo grego contra as políticas de direita do Governo, que à semelhança do que sucede em Portugal, está ao serviço do patronato desfere graves ataques aos serviços sociais do Estado contra os trabalhadores e prossegue políticas imperialistas, de subserviência ao grande capital, à UE, à NATO e à administração norte-americana», considera o Secretariado.
A JCP valoriza este resultado, «sobretudo num quadro de forte ofensiva anti-comunista, em particular na Europa, com a tentativa da ilegalização de partidos comunistas e as suas organizações de juventude, e de criminalização do seu ideal, da sua actividade, e dos seus activistas, como na República Checa ou na Hungria. Este resultado é resposta por parte do povo grego a esta ofensiva, que reforça de forma inquestionável o Partido Comunista da Grécia, reforçando a actualidade do seu ideal e projecto: a construção do socialismo, o comunismo.»
Para os jovens comunistas portugueses, este resultado é «indissociável da luta do povo e da juventude gregos que, no último ano, engrossou a sua luta emancipadora, com várias manifestações e protestos, nomeadamente após os graves incêndios que assolaram o país, mas também nas greves gerais e a na paralisação e ocupação de universidades por mais de sete meses, como resposta à reforma privatizadora do ensino superior do Governo. Lutas nas quais o povo grego sempre encontrou a seu lado o Partido Comunista da Grécia e a sua organização de juventude.»
No escrutínio destacou-se a diminuição de votação do partido de governo, Nova Democracia, e o crescimento do KKE, passando de 5,98 por cento – 12 deputados (2004) – para 8,12 por cento – 22 deputados.
«Este resultado foi uma cabal resposta do povo grego contra as políticas de direita do Governo, que à semelhança do que sucede em Portugal, está ao serviço do patronato desfere graves ataques aos serviços sociais do Estado contra os trabalhadores e prossegue políticas imperialistas, de subserviência ao grande capital, à UE, à NATO e à administração norte-americana», considera o Secretariado.
A JCP valoriza este resultado, «sobretudo num quadro de forte ofensiva anti-comunista, em particular na Europa, com a tentativa da ilegalização de partidos comunistas e as suas organizações de juventude, e de criminalização do seu ideal, da sua actividade, e dos seus activistas, como na República Checa ou na Hungria. Este resultado é resposta por parte do povo grego a esta ofensiva, que reforça de forma inquestionável o Partido Comunista da Grécia, reforçando a actualidade do seu ideal e projecto: a construção do socialismo, o comunismo.»
Para os jovens comunistas portugueses, este resultado é «indissociável da luta do povo e da juventude gregos que, no último ano, engrossou a sua luta emancipadora, com várias manifestações e protestos, nomeadamente após os graves incêndios que assolaram o país, mas também nas greves gerais e a na paralisação e ocupação de universidades por mais de sete meses, como resposta à reforma privatizadora do ensino superior do Governo. Lutas nas quais o povo grego sempre encontrou a seu lado o Partido Comunista da Grécia e a sua organização de juventude.»