Ofensiva na função pública
Reagindo à notícia divulgada anteontem da transferência de cerca de 900 funcionários do Ministério da Cultura para a situação de «mobilidade», a Federação Nacional de Sindicatos da Função Pública considera que se trata de uma «medida economicista, que não tem em conta as necessidades objectivas dos serviços e os interesses da população».
Numa nota à imprensa, a FNSFP afirma que esta notícia se enquadra nos «reais objectivos do PRACE e da “mobilidade especial”: o despedimento de trabalhadores, comprometendo a qualidade dos serviços públicos prestados.»
A federação refere que o PRACE não se traduz na «modernização» da administração pública, mas sim em «ataques aos direitos dos trabalhadores e encerramento e entrega de serviços rentáveis à gula dos privados».
Numa nota à imprensa, a FNSFP afirma que esta notícia se enquadra nos «reais objectivos do PRACE e da “mobilidade especial”: o despedimento de trabalhadores, comprometendo a qualidade dos serviços públicos prestados.»
A federação refere que o PRACE não se traduz na «modernização» da administração pública, mas sim em «ataques aos direitos dos trabalhadores e encerramento e entrega de serviços rentáveis à gula dos privados».