Lisboa fica a ganhar
A CDU, força com projecto e provas dadas, de que é testemunho o reconhecido valor do seu trabalho nos 12 anos em que participou na gestão da Câmara de Lisboa, visitou, no sábado, as freguesias de Ajuda, Campo de Ourique e Benfica (Bairro da Boavista). Ruben de Carvalho, cabeça de lista da CDU, e Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP, pediram o voto dos lisboetas na CDU, no próximo domingo, 15 de Julho, como forma de protestar contra o Governo PS.
São os vereadores da CDU na Câmara de Lisboa que fazem a diferença
Ouvia-se na rádio que o Verão havia, finalmente, chegado. As estradas, logo pela manhã, estavam apinhadas de viaturas que, lentamente, se encaminhavam para as praias da Margem Sul. Seguimos em sentido contrário, em direcção à Ajuda.
O ponto de encontro, segundo informava a agenda do Avante!, era no Largo da Boa Hora. Facilmente encontrámos o sítio, bastava seguir «A Carvalhesa» que se «escapava» dos altifalantes dos carros de campanha da CDU.
No local, dezenas de bandeiras, de todas as cores, erguidas por outras tantas dezenas de pessoas, esperavam Ruben de Carvalho. Na esquina da Travessa da Boa Hora com a Rua Dom Vasco havia ainda uma banca que distribuía os materiais de campanha.
O cabeça de lista da CDU chegou um pouco depois das 10 horas. «A CDU avança com toda a confiança», vozearam os amigos, simpatizantes e militantes da coligação. Depois dos já normais cumprimentos aos que ali estavam, Ruben de Carvalho dirigiu-se, então, para o mercado municipal.
A «Charanga Huga» abriu caminho. Os sorrisos, os abraços, os beijos e os apertos de mão anunciavam, desde já, uma vitória, até porque esta é a única força política que prima pelo contacto com as populações. As pessoas sabem e sentem isso.
Seguiu-se então um pequeno comício que contou com uma presença especial, o secretário-geral do PCP. Para além dos candidatos e dos apoiantes da CDU, esta iniciativa contou ainda com o apoio de Francisco Lopes e Armindo Miranda, da Comissão Política do PCP.
«A Ajuda esteve seis anos esquecida pelo anterior executivo. Era bom que a partir do próximo dia 15 de Julho a Ajuda fosse novamente tida e incluída no calendário da Câmara de Lisboa. Mas para isso é preciso votar na CDU», afirmou Joaquim Granadeiro, presidente da Junta de Freguesia.
CDU está mais forte
A uma semana das eleições, Ruben de Carvalho começou por dizer que a CDU está, de facto, há mais de um mês em campanha eleitoral. «Em rigor, estamos na luta há muitas dezenas de anos», afirmou, constatando «o fortalecimento» da coligação, «a capacidade das pessoas, o seu diálogo, interesse, mas também o seu descontentamento e consciência de que é necessário mudar Lisboa».
Com um percurso de mais de 30 anos de trabalho e intervenção em defesa dos interesses populares e da melhoria das condições de vida dos bairros e das freguesias da cidade, o candidato do PCP lembrou que «o período em que se viu obra em Lisboa, em que se tomaram medidas tão importantes como o de acabar com os bairros de barracas» foi quando a CDU esteve, durante 12 anos, no executivo da autarquia.
«São os vereadores da CDU na Câmara de Lisboa que fazem a diferença», acrescentou.
Ruben de Carvalho fez ainda um apelo aos amigos e militantes da CDU. «Uma semana pode ser pouco ou pode ser muito, depende do número de votos que consigamos ganhar», acentuou, recordando que os últimos seis anos foram «de promessas não cumpridas, de ilusão, de problemas, que criaram dúvidas e desânimo a muitas pessoas. Mas é preciso dizer a esta gente que quando se luta, nem sempre se ganha, mas quando não se luta, então já se perdeu.»
Neste sentido, continuou, no próximo domingo, dia 15 de Julho, «é preciso votar CDU». «É o voto na CDU que traduz essa luta. Temos trabalho pela frente, nunca nos assustou, porque é do trabalho que nós vimos e é de lá que recebemos essa força», frisou.
Solução para Lisboa
Jerónimo de Sousa também manifestou confiança num bom resultado para a CDU. «Apresentamo-nos como a solução mais séria, que pode corresponder aos anseios dos trabalhadores e da população de Lisboa», assegurou, lembrando que a CDU tem uma forma de estar na política diferente dos outros partidos: «Procuramos por sempre em primeiro lugar os interesses de quem trabalha».
Valorizando as propostas e os projectos da CDU, o secretário-geral do PCP responsabilizou ainda o PS, e os partidos de direita, pelas «decisões tomadas nestes últimos seis anos».
«A CDU é de facto a alternativa, a solução, a melhor garantia, que o seu voto não engana, não trai, num tempo em que o poder político, nos processos eleitorais, prometem mundos e fundos e, rapidamente, se esquecem dessas promessas», acusou Jerónimo de Sousa, alertando a população para o facto de o Governo PS, com estas eleições, querer «alcançar aquilo que não está a conseguir a nível nacional».
«Hoje o Governo está desacreditado por promessas não cumpridas, mas, fundamentalmente, pela ofensiva sem precedentes que está a realizar contra os trabalhadores e a população portuguesa», acentuou, dando como exemplo a saúde, a segurança social e a educação.
Por isso, apelou o secretário-geral do PCP, os lisboetas tem, no dia 15 de Julho, «uma excelente oportunidade para penalizar, demonstrar o seu descontentamento e o seu protesto contra a política que está a ser realizada pelo PS».
«Se tivessem a maioria absoluta, esse resultado seria interpretado não como um triunfo em Lisboa, mas como um triunfo de uma política profundamente injusta que, hoje, atinge o nosso povo, particularmente os trabalhadores, os que menos têm e menos podem», lamentou, assegurando que não existe outra força política capaz de capitalizar esse descontentamento, «que não a CDU».
«Tendo uma posição mais determinante e mais reforçada, com mais eleitos e mais votos, de certeza que a CDU teria condições para imprimir um outro ritmo e um outro rumo para a cidade, em conformidade com os interesses das populações», concluiu Jerónimo de Sousa.
O ponto de encontro, segundo informava a agenda do Avante!, era no Largo da Boa Hora. Facilmente encontrámos o sítio, bastava seguir «A Carvalhesa» que se «escapava» dos altifalantes dos carros de campanha da CDU.
No local, dezenas de bandeiras, de todas as cores, erguidas por outras tantas dezenas de pessoas, esperavam Ruben de Carvalho. Na esquina da Travessa da Boa Hora com a Rua Dom Vasco havia ainda uma banca que distribuía os materiais de campanha.
O cabeça de lista da CDU chegou um pouco depois das 10 horas. «A CDU avança com toda a confiança», vozearam os amigos, simpatizantes e militantes da coligação. Depois dos já normais cumprimentos aos que ali estavam, Ruben de Carvalho dirigiu-se, então, para o mercado municipal.
A «Charanga Huga» abriu caminho. Os sorrisos, os abraços, os beijos e os apertos de mão anunciavam, desde já, uma vitória, até porque esta é a única força política que prima pelo contacto com as populações. As pessoas sabem e sentem isso.
Seguiu-se então um pequeno comício que contou com uma presença especial, o secretário-geral do PCP. Para além dos candidatos e dos apoiantes da CDU, esta iniciativa contou ainda com o apoio de Francisco Lopes e Armindo Miranda, da Comissão Política do PCP.
«A Ajuda esteve seis anos esquecida pelo anterior executivo. Era bom que a partir do próximo dia 15 de Julho a Ajuda fosse novamente tida e incluída no calendário da Câmara de Lisboa. Mas para isso é preciso votar na CDU», afirmou Joaquim Granadeiro, presidente da Junta de Freguesia.
CDU está mais forte
A uma semana das eleições, Ruben de Carvalho começou por dizer que a CDU está, de facto, há mais de um mês em campanha eleitoral. «Em rigor, estamos na luta há muitas dezenas de anos», afirmou, constatando «o fortalecimento» da coligação, «a capacidade das pessoas, o seu diálogo, interesse, mas também o seu descontentamento e consciência de que é necessário mudar Lisboa».
Com um percurso de mais de 30 anos de trabalho e intervenção em defesa dos interesses populares e da melhoria das condições de vida dos bairros e das freguesias da cidade, o candidato do PCP lembrou que «o período em que se viu obra em Lisboa, em que se tomaram medidas tão importantes como o de acabar com os bairros de barracas» foi quando a CDU esteve, durante 12 anos, no executivo da autarquia.
«São os vereadores da CDU na Câmara de Lisboa que fazem a diferença», acrescentou.
Ruben de Carvalho fez ainda um apelo aos amigos e militantes da CDU. «Uma semana pode ser pouco ou pode ser muito, depende do número de votos que consigamos ganhar», acentuou, recordando que os últimos seis anos foram «de promessas não cumpridas, de ilusão, de problemas, que criaram dúvidas e desânimo a muitas pessoas. Mas é preciso dizer a esta gente que quando se luta, nem sempre se ganha, mas quando não se luta, então já se perdeu.»
Neste sentido, continuou, no próximo domingo, dia 15 de Julho, «é preciso votar CDU». «É o voto na CDU que traduz essa luta. Temos trabalho pela frente, nunca nos assustou, porque é do trabalho que nós vimos e é de lá que recebemos essa força», frisou.
Solução para Lisboa
Jerónimo de Sousa também manifestou confiança num bom resultado para a CDU. «Apresentamo-nos como a solução mais séria, que pode corresponder aos anseios dos trabalhadores e da população de Lisboa», assegurou, lembrando que a CDU tem uma forma de estar na política diferente dos outros partidos: «Procuramos por sempre em primeiro lugar os interesses de quem trabalha».
Valorizando as propostas e os projectos da CDU, o secretário-geral do PCP responsabilizou ainda o PS, e os partidos de direita, pelas «decisões tomadas nestes últimos seis anos».
«A CDU é de facto a alternativa, a solução, a melhor garantia, que o seu voto não engana, não trai, num tempo em que o poder político, nos processos eleitorais, prometem mundos e fundos e, rapidamente, se esquecem dessas promessas», acusou Jerónimo de Sousa, alertando a população para o facto de o Governo PS, com estas eleições, querer «alcançar aquilo que não está a conseguir a nível nacional».
«Hoje o Governo está desacreditado por promessas não cumpridas, mas, fundamentalmente, pela ofensiva sem precedentes que está a realizar contra os trabalhadores e a população portuguesa», acentuou, dando como exemplo a saúde, a segurança social e a educação.
Por isso, apelou o secretário-geral do PCP, os lisboetas tem, no dia 15 de Julho, «uma excelente oportunidade para penalizar, demonstrar o seu descontentamento e o seu protesto contra a política que está a ser realizada pelo PS».
«Se tivessem a maioria absoluta, esse resultado seria interpretado não como um triunfo em Lisboa, mas como um triunfo de uma política profundamente injusta que, hoje, atinge o nosso povo, particularmente os trabalhadores, os que menos têm e menos podem», lamentou, assegurando que não existe outra força política capaz de capitalizar esse descontentamento, «que não a CDU».
«Tendo uma posição mais determinante e mais reforçada, com mais eleitos e mais votos, de certeza que a CDU teria condições para imprimir um outro ritmo e um outro rumo para a cidade, em conformidade com os interesses das populações», concluiu Jerónimo de Sousa.