Liberalização retardada
A Comissão dos Transportes do Parlamento Europeu aprovou, dia 18, a abertura total à concorrência do correio inferior a 50 gramas, mas adiou seu início para 2011 em vez da data inicialmente prevista de 2009.
A decisão, que deverá ainda ser confirmada em plenário durante o mês de Julho, foi tomada após importantes movimentações sociais que decorreram em vários países no passado dia 6.
O respectivo relatório prevê um período de transição de mais dois anos nos 15 estados-membros mais antigos e de mais quatro nos 12 que foram admitidos a partir de 2004. A única excepção é a Grécia, país que embora integrando o primeiro grupo beneficiará do prazo mais alargado (2013), devido às suas condições «topográficas difíceis», designadamente «um elevado número de ilhas»
O correio de peso inferior a 50 gramas representa cerca de metade do fluxo postal na Europa, mercado que está avaliado em perto de 90 mil milhões de euros e garante qualquer coisa como cinco milhões de empregos.
A liberalização postal empreendida na última década já custou mais de 250 mil empregos em toda a União Europeia, tendo aumentado exponencialmente o número de trabalhadores precários com baixos salários.
Em simultâneo, a prestação deste serviço público têm-se degradado com o encerramento de milhares de postos de atendimento e diminuição da regularidade na distribuição em especial nas regiões menos populosas e mais isoladas.
Para salvaguardar o «serviço universal», o projecto de relatório da Comissão dos Transportes estabelece como mínimo a garantia de uma recolha e uma distribuição ao domicílio cinco vezes por semana.
O correio de peso inferior a 50 gramas representa cerca de metade do fluxo postal na Europa, mercado que está avaliado em perto de 90 mil milhões de euros e garante qualquer coisa como cinco milhões de empregos.
A liberalização postal empreendida na última década já custou mais de 250 mil empregos em toda a União Europeia, tendo aumentado exponencialmente o número de trabalhadores precários com baixos salários.
Em simultâneo, a prestação deste serviço público têm-se degradado com o encerramento de milhares de postos de atendimento e diminuição da regularidade na distribuição em especial nas regiões menos populosas e mais isoladas.
Para salvaguardar o «serviço universal», o projecto de relatório da Comissão dos Transportes estabelece como mínimo a garantia de uma recolha e uma distribuição ao domicílio cinco vezes por semana.