e pela paz lança apelo
Não à ocupação israelita da Palestina
Foi lançado anteontem, dia 4, em Lisboa, um abaixo-assinado apelando «Ao Fim da Ocupação e à Paz no Médio Oriente».
Está em causa a própria sobrevivência do povo da Palestina
Dirigido à «opinião pública, às mais diversas associações e entidades cívicas e religiosas, aos partidos, sindicatos e forças democráticas em geral», o texto sublinha a necessidade - quando se completam 40 anos sobre a ocupação ilegal por Israel dos territórios palestinianos da Cisjordânia, Gaza e Jerusalém Oriental – de um grande movimento que, associando-se a outras vozes que ecoam por todo o mundo no mesmo sentido, saiba «dizer não à ocupação estrangeira ilegal e desumana dos territórios palestinianos», promovendo para o efeito «as mais diversas tomadas de posição e iniciativas de solidariedade moral, política, material com a justa luta de libertação do povo da Palestina – e consequentemente por uma Paz justa no Médio Oriente».
Da iniciativa do Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente, o texto reclama o «fim da guerra de terror anti-paslestiniano que Israel continua a conduzir», alertando nomeadamente para o facto de, há um ano a esta parte, se acentuar o que classifica de «perigosa viragem na questão da Palestina, viragem que acelerando-se e imbrincada noutros conflitos ameaça precipitar uma nova catástrofe, ou Nakba, como a do êxodo em massa dos palestinianos em 1948».
Depois de uma descrição detalhada do que têm sido as consequências de uma «ocupação ilegal, arbitrária e sem fim» dos territórios palestinianos, os autores do abaixo-assinado afirmam que «raramente, ou nunca como hoje, foi tão difícil e perigosa a situação para os direitos inalienáveis e a própria sobrevivência do heróico e mártir» povo da Palestina.
O apelo foi tornado público em sessão realizada anteontem, na Casa do Alentejo, em Lisboa, na qual participou o escritor e Nobel da Literatura José Saramago.
Co-presidida pelos professores Mário Ruivo e Isabel Allegro, nesta sessão estava ainda prevista a participação de Abdullah Abdullah, presidente da Comissão Política do Conselho Legislativo Palestiniano e de Faiha Abduhadi, poetisa, investigadora e historiadora.
Carta à Embaixada de Israel
Prevista estava para ontem, dia 5, a entrega na Embaixada de Israel de uma carta redigida a propósito dos 40 anos sobre a que ficou conhecida como a «guerra dos seis dias», desencadeada por Israel, de que resultou a ocupação do Sinai (restituído ao Egipto em 1982), e, até hoje, dos Montes sírios de Golan e dos territórios palestinianos.
A entrega da carta, subscrita por quarenta organizações nacionais, que pugnam por uma paz justa e duradoura para o Médio Oriente, esteve a cargo de uma delegação composta por representantes do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e do MPPM.
Da iniciativa do Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente, o texto reclama o «fim da guerra de terror anti-paslestiniano que Israel continua a conduzir», alertando nomeadamente para o facto de, há um ano a esta parte, se acentuar o que classifica de «perigosa viragem na questão da Palestina, viragem que acelerando-se e imbrincada noutros conflitos ameaça precipitar uma nova catástrofe, ou Nakba, como a do êxodo em massa dos palestinianos em 1948».
Depois de uma descrição detalhada do que têm sido as consequências de uma «ocupação ilegal, arbitrária e sem fim» dos territórios palestinianos, os autores do abaixo-assinado afirmam que «raramente, ou nunca como hoje, foi tão difícil e perigosa a situação para os direitos inalienáveis e a própria sobrevivência do heróico e mártir» povo da Palestina.
O apelo foi tornado público em sessão realizada anteontem, na Casa do Alentejo, em Lisboa, na qual participou o escritor e Nobel da Literatura José Saramago.
Co-presidida pelos professores Mário Ruivo e Isabel Allegro, nesta sessão estava ainda prevista a participação de Abdullah Abdullah, presidente da Comissão Política do Conselho Legislativo Palestiniano e de Faiha Abduhadi, poetisa, investigadora e historiadora.
Carta à Embaixada de Israel
Prevista estava para ontem, dia 5, a entrega na Embaixada de Israel de uma carta redigida a propósito dos 40 anos sobre a que ficou conhecida como a «guerra dos seis dias», desencadeada por Israel, de que resultou a ocupação do Sinai (restituído ao Egipto em 1982), e, até hoje, dos Montes sírios de Golan e dos territórios palestinianos.
A entrega da carta, subscrita por quarenta organizações nacionais, que pugnam por uma paz justa e duradoura para o Médio Oriente, esteve a cargo de uma delegação composta por representantes do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e do MPPM.