UE condena rebelião
A União Europeia «condena vigorosamente a rebelião» ocorrida em 16 de Julho em São Tomé e Príncipe e reclama a «reposição da ordem constitucional».
Uma declaração política da presidência italiana em nome dos Estados-membros, divulgada sexta-feira em Bruxelas, dá conta que a UE «rejeita qualquer tomada de poder inconstitucional» e enfatiza o empenho no respeito do «primado da lei e processo democrático como os únicos meios para uma mudança de governo».
Os europeus saúdam a declaração da presidência moçambicana da União Africana e da Comunidade de Países de Língua Oficial Portuguesa condenando a «rebelião militar» e apelando à reposição da «ordem constitucional».
Finalmente, a UE pede para que as forças militares envolvidas tomem todas as medidas para libertar todos os ministros e outras pessoas detidas, o fim da rebelião e a reposição do estado de direito e da democracia em São Tomé e Príncipe.
Num primeiro rascunho da declaração que foi aprovada, a UE classificava os acontecimentos em São Tomé e Príncipe como «um golpe de estado militar». Na versão final ficou a palavra «rebelião».
Uma declaração política da presidência italiana em nome dos Estados-membros, divulgada sexta-feira em Bruxelas, dá conta que a UE «rejeita qualquer tomada de poder inconstitucional» e enfatiza o empenho no respeito do «primado da lei e processo democrático como os únicos meios para uma mudança de governo».
Os europeus saúdam a declaração da presidência moçambicana da União Africana e da Comunidade de Países de Língua Oficial Portuguesa condenando a «rebelião militar» e apelando à reposição da «ordem constitucional».
Finalmente, a UE pede para que as forças militares envolvidas tomem todas as medidas para libertar todos os ministros e outras pessoas detidas, o fim da rebelião e a reposição do estado de direito e da democracia em São Tomé e Príncipe.
Num primeiro rascunho da declaração que foi aprovada, a UE classificava os acontecimentos em São Tomé e Príncipe como «um golpe de estado militar». Na versão final ficou a palavra «rebelião».