Em que escolas há «banda larga»?
«Quais são exactamente as escolas onde não se verifica o acesso à Internet com a largura de banda que foi contratada e anunciada pelo Ministério da Educação?», perguntaram ao Ministério da Educação os deputados do PCP Miguel Tiago e João Oliveira, num requerimento parlamentar, apresentado na quinta-feira.
Na Escola EBI 1-2-3 de Mões, do concelho de Castro Daire, a largura de banda contratada não tem vindo a ser respeitada. Segundo o testemunho de um professor da instituição citado pelos deputado, «sempre que alguém pretende “entrar” na Internet, a lentidão prejudica e muito essa acção. As velocidades diárias rondam os 100 Kbps e na maioria do tempo chegam ainda a ser inferiores.»
«É falsa a afirmação tão propalada de que todas as escolas têm uma ligação de banda larga de 1Gbps. Os resultados são evidentes, ao nível do funcionamento das aulas e do seu resultado para o próprio cumprimento dos conteúdos programáticos. Desde o início da vigência dos programas das salas TIC que este problema se verifica, sendo que as entidades competentes têm vindo a ser alertadas, sem êxito», afirmam os deputados.
Os eleitos referem que «estes factos vêm colocar a questão do serviço contratado, pago e (não) prestado ao Estado Português, que contratou (e anunciou abundantemente) um serviço de Internet de banda larga que simplesmente não esta a receber em diversos casos».
Na Escola EBI 1-2-3 de Mões, do concelho de Castro Daire, a largura de banda contratada não tem vindo a ser respeitada. Segundo o testemunho de um professor da instituição citado pelos deputado, «sempre que alguém pretende “entrar” na Internet, a lentidão prejudica e muito essa acção. As velocidades diárias rondam os 100 Kbps e na maioria do tempo chegam ainda a ser inferiores.»
«É falsa a afirmação tão propalada de que todas as escolas têm uma ligação de banda larga de 1Gbps. Os resultados são evidentes, ao nível do funcionamento das aulas e do seu resultado para o próprio cumprimento dos conteúdos programáticos. Desde o início da vigência dos programas das salas TIC que este problema se verifica, sendo que as entidades competentes têm vindo a ser alertadas, sem êxito», afirmam os deputados.
Os eleitos referem que «estes factos vêm colocar a questão do serviço contratado, pago e (não) prestado ao Estado Português, que contratou (e anunciou abundantemente) um serviço de Internet de banda larga que simplesmente não esta a receber em diversos casos».