Vítimas não acabaram
O CPPC e o PCP realizaram recentemente, em Alhandra, um debate conjunto sobre a guerra no Iraque, que continua a causar muitas vítimas.
Na mesa encontravam-se José Gonçalves, membro da Assembleia de Freguesia de Alhandra, Maria Faustina, da Comissão de Freguesia do PCP, e Sandra Benfica, da Direcção do CPPC, que deu início ao debate, tecendo críticas à comunicação social, que nos últimos tempos tem esquecido as constantes agressões perpetradas por Israel contra o povo palestiniano.
Desde 1948 que Israel usa equipamento americano para bombardear e assassinar este povo, acusou Sandra Benfica, afirmando que Israel não respeita os tratados e as resoluções da ONU e que as questões que estão na base deste conflito não são de ordem religiosa ou história, que apenas servem para esconder uma política belicista e agressora.
Também os objectivos que levaram à intervenção no Iraque nada tinham a ver com armas químicas ou falta de democracia mas com o facto de este país possuir as segundas maiores reservas de petróleo, sublinhou a dirigente do CPPC, para quem os iraquianos - que para além desta guerra sofreram, durante anos, um criminoso embargo - não aceitam estar sob a administração e controlo americanos.
A assistência colocou, então, várias questões, como a da reconstrução e o envio de tropas para o Iraque, pretendendo saber qual a opinião do CPPC. Sandra Benfica foi muito clara: a sua organização discorda do envio de tropas com o apoio da ONU, pois não percebe que tipo de paz é que vão repor. Quanto ao envio de tropas portuguesas, só se entende, disse, se for para reforçar a posição de subserviência que Portugal tomou em flagrante violação da Constituição Portuguesa.
Na mesa encontravam-se José Gonçalves, membro da Assembleia de Freguesia de Alhandra, Maria Faustina, da Comissão de Freguesia do PCP, e Sandra Benfica, da Direcção do CPPC, que deu início ao debate, tecendo críticas à comunicação social, que nos últimos tempos tem esquecido as constantes agressões perpetradas por Israel contra o povo palestiniano.
Desde 1948 que Israel usa equipamento americano para bombardear e assassinar este povo, acusou Sandra Benfica, afirmando que Israel não respeita os tratados e as resoluções da ONU e que as questões que estão na base deste conflito não são de ordem religiosa ou história, que apenas servem para esconder uma política belicista e agressora.
Também os objectivos que levaram à intervenção no Iraque nada tinham a ver com armas químicas ou falta de democracia mas com o facto de este país possuir as segundas maiores reservas de petróleo, sublinhou a dirigente do CPPC, para quem os iraquianos - que para além desta guerra sofreram, durante anos, um criminoso embargo - não aceitam estar sob a administração e controlo americanos.
A assistência colocou, então, várias questões, como a da reconstrução e o envio de tropas para o Iraque, pretendendo saber qual a opinião do CPPC. Sandra Benfica foi muito clara: a sua organização discorda do envio de tropas com o apoio da ONU, pois não percebe que tipo de paz é que vão repor. Quanto ao envio de tropas portuguesas, só se entende, disse, se for para reforçar a posição de subserviência que Portugal tomou em flagrante violação da Constituição Portuguesa.