Ambulâncias retidas
Os bombeiros de Almada e Seixal chegam a esperar duas horas nas urgências do Hospital Garcia da Orta pela devolução das macas, uma demora que pode impedir o socorro a outras pessoas, denunciaram segunda-feira as corporações.
«Acontece diariamente», disse à Lusa o comandante dos Bombeiros Voluntários do Seixal, António Matos, explicando que a demora é consequência directa da falta de meios do hospital. «O hospital tem momentos de grande aperto e não tem macas suficientes, depois acontece isto...», denunciou.
Segundo o comandante dos bombeiros do Seixal, a sua corporação é a mais afectada, pois é também aquela que mais serviços efectua: «chegamos a ter quatro ou cinco ambulâncias paradas durante duas horas», contou, acrescentando que, há um mês e meio, nove carros ficaram retidos nas urgências por falta da devolução das macas.
António Matos assinalou ainda que, por causa dos atrasos nas entregas das macas das ambulâncias, houve alturas em que não pôde satisfazer imediatamente um pedido de transporte de um doente.
Um bombeiro dos Voluntários da Trafaria, concelho de Almada, assegurou também que duas ambulâncias da corporação ficaram retidas 40 minutos nas urgências, devido ao mesmo problema.
Já em Janeiro, as corporações que servem os três municípios abrangidos pelo Hospital Garcia de Orta - Almada, Seixal e Sesimbra - queixaram-se da situação, que, diziam, os impedia de socorrer outras pessoas ou despachar atempadamente os seus serviços.
«Acontece diariamente», disse à Lusa o comandante dos Bombeiros Voluntários do Seixal, António Matos, explicando que a demora é consequência directa da falta de meios do hospital. «O hospital tem momentos de grande aperto e não tem macas suficientes, depois acontece isto...», denunciou.
Segundo o comandante dos bombeiros do Seixal, a sua corporação é a mais afectada, pois é também aquela que mais serviços efectua: «chegamos a ter quatro ou cinco ambulâncias paradas durante duas horas», contou, acrescentando que, há um mês e meio, nove carros ficaram retidos nas urgências por falta da devolução das macas.
António Matos assinalou ainda que, por causa dos atrasos nas entregas das macas das ambulâncias, houve alturas em que não pôde satisfazer imediatamente um pedido de transporte de um doente.
Um bombeiro dos Voluntários da Trafaria, concelho de Almada, assegurou também que duas ambulâncias da corporação ficaram retidas 40 minutos nas urgências, devido ao mesmo problema.
Já em Janeiro, as corporações que servem os três municípios abrangidos pelo Hospital Garcia de Orta - Almada, Seixal e Sesimbra - queixaram-se da situação, que, diziam, os impedia de socorrer outras pessoas ou despachar atempadamente os seus serviços.