Travar o encerramento das urgências
Jerónimo de Sousa esteve, dia 17, em Vendas Novas onde prestou a solidariedade dos comunistas para com aqueles que, com a luta, defendem a manutenção das urgências do Centro de Saúde.
Por razões economicistas, o Governo quer encerrar as urgências em Vendas Novas
O secretário-geral do PCP esteve reunido com a população de Vendas Novas no passado sábado. Em debate esteve a proposta do Governo em encerrar o Serviço de Urgências Permanente (SAP) do Centro de Saúde local. Se numa primeira proposta, o executivo chegou a propor a substituição do SAP por um Serviço de Urgências Básico, na mais recente versão a solução proposta era o seu encerramento puro e simples.
Esta é a intenção do Ministério da Saúde, plasmada no relatório final da comissão técnica para a requalificação e redistribuição geográfica da rede de serviços de urgência, apresentado no dia 1 de Fevereiro . Acerca deste documento, o secretário-geral do PCP defendeu a sua suspensão e a abertura de um «grande debate» sobre a chamada «reestruturação» dos serviços de urgência.
Para Jerónimo de Sousa, o ministro da Saúde, Correia de Campos, «tem sido muito teimoso, mas em política a teimosia não é um dom». O dirigente do PCP propôs uma paragem «a tempo» no processo de encerramento das urgências. Para o secretário-geral do Partido, uma reconsideração nesta matéria constituiria um «grande acto democrático».
Os comunistas defendem que o processo seja suspenso e que as urgências sejam mantidas a funcionar. Entretanto, seria iniciado um processo de reflexão sobre a reestruturação do Serviço Nacional de Saúde. Para o PCP, qualquer reflexão deve partir do princípio fundamental de que a saúde é um «direito dos cidadãos portugueses». O actual processo de encerramento de urgências considera apenas «questões técnicas e economicistas, deixando de fora questões económicas e sociais, em particular no interior do País e no Alentejo, denunciou o dirigente comunista.
Jerónimo de Sousa solidarizou-se com os protestos populares contra o fecho das urgências. A população do concelho está organizada num movimento de defesa das urgências do Centro de Saúde que já promoveu uma vigília de protesto junto às instalações de saúde da cidade. Mas a luta é para continuar, promete o movimento. Para hoje está prevista uma marcha lenta automóvel na Estrada Nacional 4.
Esta é a intenção do Ministério da Saúde, plasmada no relatório final da comissão técnica para a requalificação e redistribuição geográfica da rede de serviços de urgência, apresentado no dia 1 de Fevereiro . Acerca deste documento, o secretário-geral do PCP defendeu a sua suspensão e a abertura de um «grande debate» sobre a chamada «reestruturação» dos serviços de urgência.
Para Jerónimo de Sousa, o ministro da Saúde, Correia de Campos, «tem sido muito teimoso, mas em política a teimosia não é um dom». O dirigente do PCP propôs uma paragem «a tempo» no processo de encerramento das urgências. Para o secretário-geral do Partido, uma reconsideração nesta matéria constituiria um «grande acto democrático».
Os comunistas defendem que o processo seja suspenso e que as urgências sejam mantidas a funcionar. Entretanto, seria iniciado um processo de reflexão sobre a reestruturação do Serviço Nacional de Saúde. Para o PCP, qualquer reflexão deve partir do princípio fundamental de que a saúde é um «direito dos cidadãos portugueses». O actual processo de encerramento de urgências considera apenas «questões técnicas e economicistas, deixando de fora questões económicas e sociais, em particular no interior do País e no Alentejo, denunciou o dirigente comunista.
Jerónimo de Sousa solidarizou-se com os protestos populares contra o fecho das urgências. A população do concelho está organizada num movimento de defesa das urgências do Centro de Saúde que já promoveu uma vigília de protesto junto às instalações de saúde da cidade. Mas a luta é para continuar, promete o movimento. Para hoje está prevista uma marcha lenta automóvel na Estrada Nacional 4.