O mais baixo desde 1987
A manterem-se as verbas previstas no anteprojecto, o orçamento da União Europeia para o próximo ano corre o risco de, em termos relativos, ser o mais baixo desde 1987.
O alerta foi dado por Joaquim Miranda, durante o debate sobre o processo de concertação com o Parlamento que antecede a primeira leitura do documento pelo Conselho. Segundo sublinhou o eurodeputado, os montantes avançados pela Comissão Europeia representam menos de um por cento do rendimento nacional bruto. «Tal nível de despesa», sublinhou, «está em desconformidade absoluta com as ambições políticas repetidamente afirmadas para a União Europeia ou com as que importaria sublinhar face ao aumento do desemprego e à regressão social que se verifica actualmente».
Acresce que o alargamento da UE, em Maio de 2004, realiza-se a meio do exercício orçamental. Neste contexto, Miranda, recordando que a tendência de contenção orçamental se verifica sobretudo desde a Agenda 2000, salientou «a necessidade de uma revisão das perspectivas financeiras e de uma reorientação das prioridades para assegurar o princípio da coesão económica e social» e «dar corpo às responsabilidades externas europeias, especialmente em matéria de cooperação.
O alerta foi dado por Joaquim Miranda, durante o debate sobre o processo de concertação com o Parlamento que antecede a primeira leitura do documento pelo Conselho. Segundo sublinhou o eurodeputado, os montantes avançados pela Comissão Europeia representam menos de um por cento do rendimento nacional bruto. «Tal nível de despesa», sublinhou, «está em desconformidade absoluta com as ambições políticas repetidamente afirmadas para a União Europeia ou com as que importaria sublinhar face ao aumento do desemprego e à regressão social que se verifica actualmente».
Acresce que o alargamento da UE, em Maio de 2004, realiza-se a meio do exercício orçamental. Neste contexto, Miranda, recordando que a tendência de contenção orçamental se verifica sobretudo desde a Agenda 2000, salientou «a necessidade de uma revisão das perspectivas financeiras e de uma reorientação das prioridades para assegurar o princípio da coesão económica e social» e «dar corpo às responsabilidades externas europeias, especialmente em matéria de cooperação.