«Não, obrigada» destrói propaganda da JCP
Propaganda da JCP pela despenalização da interrupção voluntária da gravidez foi sistematicamente destruída em Aveiro. A Comissão Nacional de Eleições já foi contactada.
Esta situação não contribui para a serenidade com que deve decorrer a campanha
A repetida destruição de propaganda da JCP em Aveiro por parte da plataforma «Não, obrigada» foi objecto de uma queixa dirigida à Comissão Nacional de Eleições (CNE), na quinta-feira.
Activistas da JCP colaram na Avenida Lourenço Peixinho mais de uma centena de cartazes no âmbito do referendo à despenalização da IVG, com a expressão «Basta! Sim ao Direito de Optar!». Na noite de 23 de Janeiro, foram cobertos por cartazes da plataforma «Não, obrigada» com a inscrição «Uff, já passei as 10 semanas!» e com um desenho de um bebé segurando uma ampulheta.
«Esta atitude foi deliberada, uma vez que, em vários sítios em que estavam dois cartazes, a opção foi cobrir o da JCP, deixando o outro, sem qualquer ligação com o referendo, intocado e bem visível», garante a Direcção da Organização Regional de Aveiro do PCP, na queixa entregue à CNE.
«A opção pela destruição da propaganda da JCP fica ainda clara pelo facto de, no separador central do túnel da estação, haver apenas dois cartazes da JCP, ficando por isso dezenas de metros de parede livre, tendo o cartaz da referida plataforma, sido colado de forma a destruir os dois cartazes daquela organização juvenil do PCP», lê-se no documento.
A DORAV salienta que «esta situação em nada contribui para a serenidade com que se deseja que este debate decorra, constituindo, sem margem para dúvidas crime de destruição de propaganda política», reclamando à CNE que sancione «devidamente esta atitude deliberada por parte da plataforma “Não, obrigada”».
Activistas da JCP colaram na Avenida Lourenço Peixinho mais de uma centena de cartazes no âmbito do referendo à despenalização da IVG, com a expressão «Basta! Sim ao Direito de Optar!». Na noite de 23 de Janeiro, foram cobertos por cartazes da plataforma «Não, obrigada» com a inscrição «Uff, já passei as 10 semanas!» e com um desenho de um bebé segurando uma ampulheta.
«Esta atitude foi deliberada, uma vez que, em vários sítios em que estavam dois cartazes, a opção foi cobrir o da JCP, deixando o outro, sem qualquer ligação com o referendo, intocado e bem visível», garante a Direcção da Organização Regional de Aveiro do PCP, na queixa entregue à CNE.
«A opção pela destruição da propaganda da JCP fica ainda clara pelo facto de, no separador central do túnel da estação, haver apenas dois cartazes da JCP, ficando por isso dezenas de metros de parede livre, tendo o cartaz da referida plataforma, sido colado de forma a destruir os dois cartazes daquela organização juvenil do PCP», lê-se no documento.
A DORAV salienta que «esta situação em nada contribui para a serenidade com que se deseja que este debate decorra, constituindo, sem margem para dúvidas crime de destruição de propaganda política», reclamando à CNE que sancione «devidamente esta atitude deliberada por parte da plataforma “Não, obrigada”».