«Pôr fim a uma lei desajustada»
O Movimento pelo «Sim» acusou os defensores do «Não» ao aborto de usarem argumentos «falsos» para atingirem os seus objectivos.
Segundo Natacha Amaro, que esteve na Guarda no lançamento do núcleo distrital do movimento, os contestatários da liberalização da interrupção voluntária da gravidez «têm usado argumentos que são falsos na maioria das vezes e procuram chegar às pessoas através dos sentimentos mais primários e aterradores que não propiciam uma decisão verdadeira».
A dirigente nacional não apontou exemplos mas deixou claro que o Movimento pelo «Sim» no referendo de 11 de Fevereiro vai apostar numa campanha de contacto directo com as pessoas para promover o cabal esclarecimento do eleitorado.
«É essencial contactar com as pessoas, procurar chegar ao maior número, esclarecer e acrescentar algo de positivo ao debate», defendeu. «O “Sim” tem que ganhar e tudo faremos nas próximas semanas, para que o “Sim” seja uma realidade», acrescentou Natacha Amaro no final de uma reunião preparatório dos trabalhos a desenvolver nas próximas semanas no distrito da Guarda.
O grupo local de defensores do «Sim» composto por dez elementos, a maioria ligados a sindicatos e ao PCP, anunciou que irá distribuir panfletos e outro material de informação para elucidar a população de todo o distrito com o objectivo de «resolver uma questão que é dramática para muitas mulheres portuguesas».
Acabar as injustiças
Sexta-feira, Carlos Carvalhas lembrou, em Vila Franca de Xira, que o que está em causa no referendo é acabar com a criminalização das mulheres que recorrem ao aborto para interromper a gravidez.
«Nesta campanha é necessário insistir que o que está em causa é acabar com a pena de prisão a que as mulheres que recorrem ao aborto estão sujeitas», afirmou.
Por outro lado, para o membro do Comité Central do PCP, os partidários do «Não» procuram «desvirtuar» aquela questão, recorrendo a argumentos como «pôr termo à vida» e «gastar dinheiros públicos para o fazer».
A mandatária do grupo de cidadãos «Em Movimento pelo Sim», presente na sessão a convite do PCP, Tânia Mateus, defendeu, entretanto, que a lei vigente é «injusta e desadequada e mantém um negócio altamente rentável, o aborto clandestino».
No sábado, o Movimento Democrático de Mulheres (MDM) realizou um encontro de mulheres pelo «Sim», com o objectivo de mobilizar as mulheres e aprofundar as razões que justificam o seu voto, marcando, com muita força, a determinação das mulheres nesta batalha.
A dirigente nacional não apontou exemplos mas deixou claro que o Movimento pelo «Sim» no referendo de 11 de Fevereiro vai apostar numa campanha de contacto directo com as pessoas para promover o cabal esclarecimento do eleitorado.
«É essencial contactar com as pessoas, procurar chegar ao maior número, esclarecer e acrescentar algo de positivo ao debate», defendeu. «O “Sim” tem que ganhar e tudo faremos nas próximas semanas, para que o “Sim” seja uma realidade», acrescentou Natacha Amaro no final de uma reunião preparatório dos trabalhos a desenvolver nas próximas semanas no distrito da Guarda.
O grupo local de defensores do «Sim» composto por dez elementos, a maioria ligados a sindicatos e ao PCP, anunciou que irá distribuir panfletos e outro material de informação para elucidar a população de todo o distrito com o objectivo de «resolver uma questão que é dramática para muitas mulheres portuguesas».
Acabar as injustiças
Sexta-feira, Carlos Carvalhas lembrou, em Vila Franca de Xira, que o que está em causa no referendo é acabar com a criminalização das mulheres que recorrem ao aborto para interromper a gravidez.
«Nesta campanha é necessário insistir que o que está em causa é acabar com a pena de prisão a que as mulheres que recorrem ao aborto estão sujeitas», afirmou.
Por outro lado, para o membro do Comité Central do PCP, os partidários do «Não» procuram «desvirtuar» aquela questão, recorrendo a argumentos como «pôr termo à vida» e «gastar dinheiros públicos para o fazer».
A mandatária do grupo de cidadãos «Em Movimento pelo Sim», presente na sessão a convite do PCP, Tânia Mateus, defendeu, entretanto, que a lei vigente é «injusta e desadequada e mantém um negócio altamente rentável, o aborto clandestino».
No sábado, o Movimento Democrático de Mulheres (MDM) realizou um encontro de mulheres pelo «Sim», com o objectivo de mobilizar as mulheres e aprofundar as razões que justificam o seu voto, marcando, com muita força, a determinação das mulheres nesta batalha.