Utentes acusam Carris e Governo
Lisboa está cada vez mais mal servida de transportes. Em conversa com o Avante!, Joaquim Medeiros, Salvador Moreira e Domingos Capitão acusaram a Carris de ter feito várias alterações que prejudicaram os moradores em geral e, no caso concreto, os do Bairro da Boavista.
Em causa, segundo contaram, está o facto de a carreira n.º 43 – Cais do Sodré/Buraca, com passagem pelo Bairro da Boavista, ter sido suprimida, prejudicando os trabalhadores e os alunos da Casa Pia. Também os moradores do Bairro da Boavista, Buraca, Zambujal e Caselas, que têm de utilizar vários transportes para chegarem ao seu destino, foram prejudicados.
«Antigamente as pessoas apanhavam o autocarro por volta das 06h30, agora têm que sair muito mais cedo», relatou Salvador Moreira. «Isto foi um crime», continuou Joaquim Medeiros, acentuando que «a Carris tem que resolver, com urgência, o assunto».
Como alternativa, os moradores do Bairro da Boavista têm agora a carreira n.º 711, que vai da Praça do Comércio ao Alto da Damaia, e vice-versa. O problema é que quando os autocarros passam no bairro já vêm completamente cheios de passageiros, pois muitos moradores da Damaia que utilizavam o comboio para o Rossio, devido ao encerramento do túnel (do Rossio), têm agora como alternativa aquela carreira.
Neste sentido, e face ao problema, os utentes apelam à Carris que «reforce» a carreira n.º 711 ou então que se reponha a carreira n.º 43. Caso não o façam prometem realizar um abaixo-assinado, junto da população, para reivindicar mais transportes para o bairro.
«Não vamos desistir da luta. Parar é morrer», prometeu Joaquim Medeiros, lembrando ainda que os vereadores do PCP na Câmara e os eleitos comunistas na Assembleia de Freguesia têm feito propostas para a resolução deste problema.
Em causa, segundo contaram, está o facto de a carreira n.º 43 – Cais do Sodré/Buraca, com passagem pelo Bairro da Boavista, ter sido suprimida, prejudicando os trabalhadores e os alunos da Casa Pia. Também os moradores do Bairro da Boavista, Buraca, Zambujal e Caselas, que têm de utilizar vários transportes para chegarem ao seu destino, foram prejudicados.
«Antigamente as pessoas apanhavam o autocarro por volta das 06h30, agora têm que sair muito mais cedo», relatou Salvador Moreira. «Isto foi um crime», continuou Joaquim Medeiros, acentuando que «a Carris tem que resolver, com urgência, o assunto».
Como alternativa, os moradores do Bairro da Boavista têm agora a carreira n.º 711, que vai da Praça do Comércio ao Alto da Damaia, e vice-versa. O problema é que quando os autocarros passam no bairro já vêm completamente cheios de passageiros, pois muitos moradores da Damaia que utilizavam o comboio para o Rossio, devido ao encerramento do túnel (do Rossio), têm agora como alternativa aquela carreira.
Neste sentido, e face ao problema, os utentes apelam à Carris que «reforce» a carreira n.º 711 ou então que se reponha a carreira n.º 43. Caso não o façam prometem realizar um abaixo-assinado, junto da população, para reivindicar mais transportes para o bairro.
«Não vamos desistir da luta. Parar é morrer», prometeu Joaquim Medeiros, lembrando ainda que os vereadores do PCP na Câmara e os eleitos comunistas na Assembleia de Freguesia têm feito propostas para a resolução deste problema.