«Prepotência e autoritarismo»
Os comunistas do Porto acusaram Rui Rio de «prepotência e autoritarismo» no despedimento colectivo dos 36 trabalhadores da Culturporto, associação gestora do Teatro Rivoli.
Rui Rio dá provas da sua prepotência e autoritarismo
«Com mais este passo, Rui Rio dá provas da sua prepotência e autoritarismo, que, ao contrário do que procura fazer crer à população do Porto, não visa defender os interesses da cidade», refere a CDU, em comunicado.
Os 36 trabalhadores da Culturporto foram impedidos, quinta-feira da semana passada, de aceder aos seus postos de trabalho, na sequência da decisão da autarquia de extinguir a associação e concessionar o Teatro Rivoli ao produtor e encenador Filipe La Féria.
«Estamos perante uma situação que configura um lock-out, o que é ilegal, e por isso vamos apresentar uma queixa no Instituto de Desenvolvimento e Inspecção das Condições de Trabalho (IDICT)», disse à Lusa Artur Vasquez, da Comissão de Trabalhadores.
No dia anterior, a Câmara do Porto comunicou aos trabalhadores da Culturporto que estavam proibidos de comparecer no local de trabalho, em consequência da extinção da associação aprovada pela Assembleia Municipal do Porto, apenas com os votos favoráveis da coligação PSD/CDS-PP.
«Do ponto de vista legal, a invocada extinção da Culturporto suscita inúmeras dúvidas» à CDU, «na medida em que, de acordo com os seus estatutos (Artigo 18º, n.º 1), “a Culturporto extingue-se por deliberação do Conselho Geral”».
«E a CDU sabe que nem sequer foi convocada qualquer reunião deste órgão para analisar a situação», frisa a coligação PCP/PEV.
«Se do ponto de vista legal esta situação suscita inúmeras dúvidas, do ponto de vista político este processo é demonstrativo da aversão que Rui Rio e a coligação PSD/PP têm à cultura e aos agentes culturais», salienta a coligação.
A CDU apela à população do Porto para que manifeste solidariedade aos trabalhadores da Culturporto e às personalidades que têm apoiado Rui Rio para «colocarem a mão na consciência e publicamente manifestarem a sua oposição a estas atitudes».
Os 36 trabalhadores da Culturporto foram impedidos, quinta-feira da semana passada, de aceder aos seus postos de trabalho, na sequência da decisão da autarquia de extinguir a associação e concessionar o Teatro Rivoli ao produtor e encenador Filipe La Féria.
«Estamos perante uma situação que configura um lock-out, o que é ilegal, e por isso vamos apresentar uma queixa no Instituto de Desenvolvimento e Inspecção das Condições de Trabalho (IDICT)», disse à Lusa Artur Vasquez, da Comissão de Trabalhadores.
No dia anterior, a Câmara do Porto comunicou aos trabalhadores da Culturporto que estavam proibidos de comparecer no local de trabalho, em consequência da extinção da associação aprovada pela Assembleia Municipal do Porto, apenas com os votos favoráveis da coligação PSD/CDS-PP.
«Do ponto de vista legal, a invocada extinção da Culturporto suscita inúmeras dúvidas» à CDU, «na medida em que, de acordo com os seus estatutos (Artigo 18º, n.º 1), “a Culturporto extingue-se por deliberação do Conselho Geral”».
«E a CDU sabe que nem sequer foi convocada qualquer reunião deste órgão para analisar a situação», frisa a coligação PCP/PEV.
«Se do ponto de vista legal esta situação suscita inúmeras dúvidas, do ponto de vista político este processo é demonstrativo da aversão que Rui Rio e a coligação PSD/PP têm à cultura e aos agentes culturais», salienta a coligação.
A CDU apela à população do Porto para que manifeste solidariedade aos trabalhadores da Culturporto e às personalidades que têm apoiado Rui Rio para «colocarem a mão na consciência e publicamente manifestarem a sua oposição a estas atitudes».