Pobres, os mais vulneráveis à doença
Uma equipa de profissionais de saúde mobilizou-se, no dia 27 de Junho, para medir a tensão arterial dos cidadãos de Cadaval, no Largo D. Nuno Álvares Pereira. Com esta iniciativa, o PCP pretendeu alertar para as carências existentes na área da Saúde e para as desastrosas consequências da política do Governo. Foi assim que, numa esplanada improvisada, mais de setenta utentes aproveitaram para medir a sua tensão.
Em seguida, uma delegação constituída por vários responsáveis do PCP, visitou o Centro de Saúde e reuniu com a sua directora, ficando a saber que a Direcção desconhece qualquer decisão relativa ao encerramento do SAP, embora admita a existência de factores que alertam nesse sentido. Em relação ao novo Centro de Saúde, para além do terreno e do projecto, não há informações sobre o início da obra.
Nesse mesmo dia, o PCP levou estas questões à Assembleia Municipal do Cadaval, encontrando-se a estudar uma possível intervenção ao nível da Assembleia da República.
Entretanto, num folheto distribuído à população, o PCP alertava para o facto de serem sempre os mais pobres os mais vulneráveis à doença e à morte prematura, sendo os que vivem em zonas mais isoladas, os que mais dificuldades têm no acesso aos cuidados básicos de saúde.
O Governo, prossegue, porém, uma política de destruição de serviços públicos e de sectores sociais decisivos para a vida dos portugueses, deixando ao abandono os hospitais públicos e cedendo aos interesses privados. Agravando todos os dias a situação financeira dos hospitais públicos, com o aumento das dívidas e a falta de recursos até para necessidades básicas, «transforma o Serviço Nacional de Saúde numa espécie de instituição em saldo, em que os privados levam tudo o que for lucrativo, com chorudas» e «a saúde dos portugueses é apenas um incómodo empecilho aos negócios e ao lucro dos interesses privados».
«Privatizar não é solução, o que é necessário é gerir com competência», termina o PCP que, depois de apresentar algumas reivindicações na área da Saúde para o concelho do Cadaval, diagnostica como causas da hipertensão: falta de dinheiro para uma alimentação equilibrada; falta de emprego com direitos e de saídas profissionais; listas de espera para operações; preço dos medicamentos; falta de assistência na velhice; falta de médicos e de outros profissionais da saúde; dificuldades na obtenção de consultas, o que obriga a ir de madrugada para o Centro de Saúde.
Em seguida, uma delegação constituída por vários responsáveis do PCP, visitou o Centro de Saúde e reuniu com a sua directora, ficando a saber que a Direcção desconhece qualquer decisão relativa ao encerramento do SAP, embora admita a existência de factores que alertam nesse sentido. Em relação ao novo Centro de Saúde, para além do terreno e do projecto, não há informações sobre o início da obra.
Nesse mesmo dia, o PCP levou estas questões à Assembleia Municipal do Cadaval, encontrando-se a estudar uma possível intervenção ao nível da Assembleia da República.
Entretanto, num folheto distribuído à população, o PCP alertava para o facto de serem sempre os mais pobres os mais vulneráveis à doença e à morte prematura, sendo os que vivem em zonas mais isoladas, os que mais dificuldades têm no acesso aos cuidados básicos de saúde.
O Governo, prossegue, porém, uma política de destruição de serviços públicos e de sectores sociais decisivos para a vida dos portugueses, deixando ao abandono os hospitais públicos e cedendo aos interesses privados. Agravando todos os dias a situação financeira dos hospitais públicos, com o aumento das dívidas e a falta de recursos até para necessidades básicas, «transforma o Serviço Nacional de Saúde numa espécie de instituição em saldo, em que os privados levam tudo o que for lucrativo, com chorudas» e «a saúde dos portugueses é apenas um incómodo empecilho aos negócios e ao lucro dos interesses privados».
«Privatizar não é solução, o que é necessário é gerir com competência», termina o PCP que, depois de apresentar algumas reivindicações na área da Saúde para o concelho do Cadaval, diagnostica como causas da hipertensão: falta de dinheiro para uma alimentação equilibrada; falta de emprego com direitos e de saídas profissionais; listas de espera para operações; preço dos medicamentos; falta de assistência na velhice; falta de médicos e de outros profissionais da saúde; dificuldades na obtenção de consultas, o que obriga a ir de madrugada para o Centro de Saúde.