Bulgária e Roménia aderem à UE
Com a adesão da Bulgária e Roménia, oficializada no dia 1, a União Europeia alarga-se a 27 estados e aproxima-se dos 500 milhões de habitantes.
Os 21,6 milhões de romenos e os 7,7 milhões de búlgaros representam um aumento de seis por cento da população comunitária, que passa a cifrar-se em 492,8 milhões de habitantes.
Contudo, não se prevêem facilidades para a integração destes dois países, cujos indicadores económicos são dos mais baixos da UE. O Produto Interno Bruto por habitante não chega a 30 por cento da média comunitária e as taxas de inflação são quase três vezes superiores ao índice médio europeu (1,8%). A Bulgária registou uma inflação anual de 5,7 por cento no ano passado, enquanto a Roménia se cifrou nos 4,8 por cento.
Embora declarando que mantêm «as portas abertas», os chefes de Estado e de governo dos Vinte e Cinco, reunidos em Dezembro passado, decidiram efectuar uma pausa em futuros alargamentos, alegando a necessidade de «mais rigor e exigência» com os candidatos.
Ainda assim está prevista para 2010 a adesão de mais um país de Leste, a Croácia, estando igualmente na calha a Turquia, a antiga República Jugoslava da Macedónia, bem como, as eventuais candidaturas da Albânia, Bósnia-Herzegovina, Montenegro, e Sérvia.
Contudo, para ganhar o que designam por «capacidade de absorção», as grandes potências europeias exigem «novas ferramentas», ou seja, um novo quadro institucional (leia-se constituição europeia) onde o princípio da igualdade de estados ceda lugar a um directório controlado pelos estados mais ricos.
De resto, desde o anterior alargamento (de 15 para 25 estados), os novos estados membros do leste europeu ficaram sujeitos a várias restrições que condicionam designadamente a liberdade de circulação dos seus cidadãos no espaço comunitário.
Os 21,6 milhões de romenos e os 7,7 milhões de búlgaros representam um aumento de seis por cento da população comunitária, que passa a cifrar-se em 492,8 milhões de habitantes.
Contudo, não se prevêem facilidades para a integração destes dois países, cujos indicadores económicos são dos mais baixos da UE. O Produto Interno Bruto por habitante não chega a 30 por cento da média comunitária e as taxas de inflação são quase três vezes superiores ao índice médio europeu (1,8%). A Bulgária registou uma inflação anual de 5,7 por cento no ano passado, enquanto a Roménia se cifrou nos 4,8 por cento.
Embora declarando que mantêm «as portas abertas», os chefes de Estado e de governo dos Vinte e Cinco, reunidos em Dezembro passado, decidiram efectuar uma pausa em futuros alargamentos, alegando a necessidade de «mais rigor e exigência» com os candidatos.
Ainda assim está prevista para 2010 a adesão de mais um país de Leste, a Croácia, estando igualmente na calha a Turquia, a antiga República Jugoslava da Macedónia, bem como, as eventuais candidaturas da Albânia, Bósnia-Herzegovina, Montenegro, e Sérvia.
Contudo, para ganhar o que designam por «capacidade de absorção», as grandes potências europeias exigem «novas ferramentas», ou seja, um novo quadro institucional (leia-se constituição europeia) onde o princípio da igualdade de estados ceda lugar a um directório controlado pelos estados mais ricos.
De resto, desde o anterior alargamento (de 15 para 25 estados), os novos estados membros do leste europeu ficaram sujeitos a várias restrições que condicionam designadamente a liberdade de circulação dos seus cidadãos no espaço comunitário.