«Em Movimento pelo Sim»
O núcleo do Porto do «Em Movimento pelo Sim» apresentou, dia 20, os objectivos da campanha a favor do «Sim» no referendo sobre a Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG), a realizar a 11 de Fevereiro.
No encontro, Mónica Santos, jornalista do «O Jogo» e uma das subscritoras do movimento, criticou a actual lei portuguesa, que prevê «uma criminalização que ofende os mais elementares valores humanos e que representa uma intolerável agressão e ameaça às mulheres portuguesas». Considerou ainda que «despenalizar o aborto não é impor a sua prática a nenhuma mulher».
O documento foi assinado por várias personalidades da cidade do Porto, nomeadamente na área da saúde, académica e do meio cultural. Conta, entre outros, com Rui Sá, vereador do PCP na Câmara do Porto, a atleta Aurora Cunha, e vários sindicalistas.
No dia 21 de Dezembro, realizou-se em Lisboa, no auditório da sede do Sindicato da Administração Local, uma tertúlia denominada «Mulheres pelo Sim!». Neste encontro, mulheres e organizações conversaram sobre a luta que se avizinha, na conquista pela vitória do «Sim» à despenalização da IVG, até às 10 semanas, a pedido da mulher.
No encontro, Mónica Santos, jornalista do «O Jogo» e uma das subscritoras do movimento, criticou a actual lei portuguesa, que prevê «uma criminalização que ofende os mais elementares valores humanos e que representa uma intolerável agressão e ameaça às mulheres portuguesas». Considerou ainda que «despenalizar o aborto não é impor a sua prática a nenhuma mulher».
O documento foi assinado por várias personalidades da cidade do Porto, nomeadamente na área da saúde, académica e do meio cultural. Conta, entre outros, com Rui Sá, vereador do PCP na Câmara do Porto, a atleta Aurora Cunha, e vários sindicalistas.
No dia 21 de Dezembro, realizou-se em Lisboa, no auditório da sede do Sindicato da Administração Local, uma tertúlia denominada «Mulheres pelo Sim!». Neste encontro, mulheres e organizações conversaram sobre a luta que se avizinha, na conquista pela vitória do «Sim» à despenalização da IVG, até às 10 semanas, a pedido da mulher.