Contra o futuro caótico dos estudantes
«O teu futuro é um caos.» Este é o lema da campanha que a Associação Académica de Coimbra (AAC) lançou na semana passada contra as políticas educativas do Governo de José Sócrates.
«É uma mensagem muito directa, inegavelmente polémica e acutilante, dirigida aos estudantes, que estará presente em vários cartazes na universidade», adiantou o presidente da AAC, Fernandes Gonçalves, em declarações à Lusa. A campanha incluirá uma acção «em grande escala» de sensibilização à sociedade civil e um apelo aos estudantes para que se pronunciem sobre as alterações em curso no ensino superior.
A campanha tem como objectivo combater as políticas de ensino, nomeadamente o Processo de Bolonha, a acção social escolar e o desemprego. Sobre o Processo de Bolonha, Fernandes Gonçalves afirmou que os alunos têm mais «dúvidas do que certezas», considerando que a sua aplicação vai «prejudicar os cursos e encarecer a frequência do segundo ciclo», com propinas mais elevadas. «Ainda não sabemos como será o regime de transição e como é que o mercado de trabalho vai aceitar esta alteração», acrescentou.
O dirigente associativo referiu ainda a falta de investimento na acção social escolar, nomeadamente no alojamento estudantil e na alimentação, «com a entrega de cantinas a privados, embora em Coimbra isso ainda não aconteça».
«É uma mensagem muito directa, inegavelmente polémica e acutilante, dirigida aos estudantes, que estará presente em vários cartazes na universidade», adiantou o presidente da AAC, Fernandes Gonçalves, em declarações à Lusa. A campanha incluirá uma acção «em grande escala» de sensibilização à sociedade civil e um apelo aos estudantes para que se pronunciem sobre as alterações em curso no ensino superior.
A campanha tem como objectivo combater as políticas de ensino, nomeadamente o Processo de Bolonha, a acção social escolar e o desemprego. Sobre o Processo de Bolonha, Fernandes Gonçalves afirmou que os alunos têm mais «dúvidas do que certezas», considerando que a sua aplicação vai «prejudicar os cursos e encarecer a frequência do segundo ciclo», com propinas mais elevadas. «Ainda não sabemos como será o regime de transição e como é que o mercado de trabalho vai aceitar esta alteração», acrescentou.
O dirigente associativo referiu ainda a falta de investimento na acção social escolar, nomeadamente no alojamento estudantil e na alimentação, «com a entrega de cantinas a privados, embora em Coimbra isso ainda não aconteça».