Governo ataca Reinserção Social
O Governo pretende acabar com cinco centros educativos e reduzir as equipas de reinserção social, de 83 para menos de 60, denunciou, num comunicado aos trabalhadores do Instituto de Reinserção Social (IRS), a Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública (FNSFP/CGTP-IN).
Serão extintos os centros educativos Alberto Souto, S. Fiel e S. José – que passam para a Segurança Social -, enquanto os centros S. Bernardino e Vila Fernando serão definitivamente encerrados.
A denúncia foi revelada após uma reunião, a 26 de Julho, da federação com a presidente e a vice-presidente daquele instituto, onde se discutiu o encerramento de serviços, a vigilância electrónica, as férias dos trabalhadores, o regulamento horário, os estágios e o pagamento de horas extraordinárias.
O encontro tinha sido solicitado pela FNSFP, a 2 de Março, mas sofrem devido a sucessivos adiamentos por parte do instituto.
Os trabalhadores de carreiras atípicas – motoristas de tractor, pessoal agrícola, lavadeiras, etc -, parte do pessoal administrativo, técnicos superiores e profissionais de reinserção social serão transferidos para a Segurança Social e afectos a novos serviços, mas é provável que não sejam todos, uma vez que o quadro disponível na Segurança Social é inferior ao que existe no IRS, denunciou a federação que, no mesmo comunicado, fez um forte apelo à sindicalização de todos os trabalhadores do IRS.
Serão extintos os centros educativos Alberto Souto, S. Fiel e S. José – que passam para a Segurança Social -, enquanto os centros S. Bernardino e Vila Fernando serão definitivamente encerrados.
A denúncia foi revelada após uma reunião, a 26 de Julho, da federação com a presidente e a vice-presidente daquele instituto, onde se discutiu o encerramento de serviços, a vigilância electrónica, as férias dos trabalhadores, o regulamento horário, os estágios e o pagamento de horas extraordinárias.
O encontro tinha sido solicitado pela FNSFP, a 2 de Março, mas sofrem devido a sucessivos adiamentos por parte do instituto.
Os trabalhadores de carreiras atípicas – motoristas de tractor, pessoal agrícola, lavadeiras, etc -, parte do pessoal administrativo, técnicos superiores e profissionais de reinserção social serão transferidos para a Segurança Social e afectos a novos serviços, mas é provável que não sejam todos, uma vez que o quadro disponível na Segurança Social é inferior ao que existe no IRS, denunciou a federação que, no mesmo comunicado, fez um forte apelo à sindicalização de todos os trabalhadores do IRS.