Omissões na inspecção rodoviária
A propósito de um recente relatório da IGT sobre a situação no sector rodoviário, a Federação dos Sindicatos dos Transportes Rodoviários e Urbanos (FESTRU/CGTP-IN) salienta, num comunicado de dia 3, que, no referido parecer, a IGT não informa sobre «quantas empresas foram inspeccionadas e penalizadas por efectuarem pagamentos ilegais ao quilómetro ou à carga, com o intuito de pressionarem e incentivarem os motoristas a andarem mais quilómetros ou a transportar mais carga do que aquilo que lhe é humana e legalmente exigível».
A FESTRU também lamenta que a IGT não tenha revelado quantas empresas foram penalizadas por manterem trabalhadores com vínculos laborais precários, «para mais facilmente poderem intensificar a exploração e os pressionarem a desrespeitar os seus tempos de descanso e de condução».
A federação sindical também gostaria de saber por que motivo a IGT não assume a sua incapacidade para inspeccionar os tempos de descanso de motoristas com contratos de trabalho a tempo parcial.
A FESTRU também lamenta que a IGT não tenha revelado quantas empresas foram penalizadas por manterem trabalhadores com vínculos laborais precários, «para mais facilmente poderem intensificar a exploração e os pressionarem a desrespeitar os seus tempos de descanso e de condução».
A federação sindical também gostaria de saber por que motivo a IGT não assume a sua incapacidade para inspeccionar os tempos de descanso de motoristas com contratos de trabalho a tempo parcial.