Autarquias discordam do Governo
Autarquias e um movimento cívico do distrito de Beja e do Litoral Alentejano discordam das estratégias governamentais para o desenvolvimento da região, assentes no pressuposto da perda de um quinto da população do Alentejo nos próximos 20 anos.
As críticas surgem da Associação de Municípios do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral, da Câmara de Beja e do BAAL 21, o recém-criado movimento em defesa da região composto por 13 instituições locais.
Em causa estão as opções do Governo para o desenvolvimento do Alentejo nos próximos 20 anos, enquadradas no Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território, que prevê uma queda demográfica de cerca de 22 por cento na região.
O documento, que irá servir de matriz aos planos regionais de ordenamento do território e aos planos directores municipais, esteve em fase de discussão até ontem e o Governo espera que seja aprovado, na Assembleia da República, até ao final de 2007.
As críticas surgem da Associação de Municípios do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral, da Câmara de Beja e do BAAL 21, o recém-criado movimento em defesa da região composto por 13 instituições locais.
Em causa estão as opções do Governo para o desenvolvimento do Alentejo nos próximos 20 anos, enquadradas no Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território, que prevê uma queda demográfica de cerca de 22 por cento na região.
O documento, que irá servir de matriz aos planos regionais de ordenamento do território e aos planos directores municipais, esteve em fase de discussão até ontem e o Governo espera que seja aprovado, na Assembleia da República, até ao final de 2007.