«Fuga de cérebros» afecta Portugal
A Associação dos Bolseiros de Investigação Científica (ABIC) promoveu um protesto simbólico contra a necessidade dos jovens investigadores portugueses saírem do País por falta de condições para prosseguirem as suas carreiras.
A «fuga de cérebros» foi encenada no Aeroporto de Lisboa, na tarde de segunda-feira, com a ABIC a acusar o Governo de não investir na investigação tecnológica e científica de Portugal.
«Ser bolseiro de investigação tornou-se hoje uma profissão altamente qualificada e a baixo custo. Porque não se quer abrir vagas nos quadros das universidades, laboratórios do Estado e demais centros de investigação e porque o tecido empresarial nacional continua a não absorver trabalhadores científicos qualificados, ser bolseiro tornou-se uma profissão, um modo de vida precário que se tende a prolongar no tempo», argumenta a ABIC.
A associação considera que «manter a condição de bolseiro é destruir mão-de-obra altamente qualificada» e «destruir o esforço de investimento feito na formação dos recursos humanos do País».
Calcula-se que mais de 20 por cento dos quadros qualificados saem do País para procurar no estrangeiro um emprego estável e com um salário compatível com as suas qualificações.
A «fuga de cérebros» foi encenada no Aeroporto de Lisboa, na tarde de segunda-feira, com a ABIC a acusar o Governo de não investir na investigação tecnológica e científica de Portugal.
«Ser bolseiro de investigação tornou-se hoje uma profissão altamente qualificada e a baixo custo. Porque não se quer abrir vagas nos quadros das universidades, laboratórios do Estado e demais centros de investigação e porque o tecido empresarial nacional continua a não absorver trabalhadores científicos qualificados, ser bolseiro tornou-se uma profissão, um modo de vida precário que se tende a prolongar no tempo», argumenta a ABIC.
A associação considera que «manter a condição de bolseiro é destruir mão-de-obra altamente qualificada» e «destruir o esforço de investimento feito na formação dos recursos humanos do País».
Calcula-se que mais de 20 por cento dos quadros qualificados saem do País para procurar no estrangeiro um emprego estável e com um salário compatível com as suas qualificações.