Contra a alienação da água
O Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local convocou para hoje, a partir das 10.30 horas, junto ao Conselho de Ministros, uma nova vigília dedicada às questões da água e dos serviços públicos, numa altura em que os recursos aquíferos estão ameaçados com privatizações.
Durante a acção será entregue ao Governo uma resolução com as principais preocupações do STAL/CGTP-IN, nomeadamente as que dizem respeito à mobilidade dos trabalhadores e à reorganização dos serviços públicos que o sindicato classifica como «um desmantelamento em escala da Administração Pública e de serviços essenciais que o Estado tem por obrigação prestar às populações».
A Lei Quadro da Água e a «chantagem feita aos municípios para que entreguem a sua gestão, «em baixa», às empresas multimunicipais controladas pela Águas de Portugal são fortemente condenadas pelo STAL.
Por este motivo, o sindicato agendou, para 6 de Julho, uma greve nacional da Administração Pública.
Regionalização faz falta
«Pelo poder local e a Regionalização» manifestou-se o STAL, no dia 14, também através de uma vigília frente ao Conselho de Ministros.
Na terceira vigília deste mês, os activistas sindicais aprovaram uma resolução que considera essencial a regionalização «para a adopção de uma política de respeito pela autonomia do Poder Local». Exigiram a eliminação dos constrangimentos financeiros «que têm sido impostos cegamente às autarquias» e a promoção da sua participação construtiva e responsável na melhoria das condições de vida das populações. A resolução exige ainda a inversão da lógica de redução dos financiamentos das autarquias; a criação de um modelo de parcerias «público-públicas», aproveitando a experiência do poder local democrático e a capacidade de investimento dos vários sectores públicos e dos fundos comunitários; a valorização dos trabalhadores e a adopção do processo de regionalização.
Durante a acção será entregue ao Governo uma resolução com as principais preocupações do STAL/CGTP-IN, nomeadamente as que dizem respeito à mobilidade dos trabalhadores e à reorganização dos serviços públicos que o sindicato classifica como «um desmantelamento em escala da Administração Pública e de serviços essenciais que o Estado tem por obrigação prestar às populações».
A Lei Quadro da Água e a «chantagem feita aos municípios para que entreguem a sua gestão, «em baixa», às empresas multimunicipais controladas pela Águas de Portugal são fortemente condenadas pelo STAL.
Por este motivo, o sindicato agendou, para 6 de Julho, uma greve nacional da Administração Pública.
Regionalização faz falta
«Pelo poder local e a Regionalização» manifestou-se o STAL, no dia 14, também através de uma vigília frente ao Conselho de Ministros.
Na terceira vigília deste mês, os activistas sindicais aprovaram uma resolução que considera essencial a regionalização «para a adopção de uma política de respeito pela autonomia do Poder Local». Exigiram a eliminação dos constrangimentos financeiros «que têm sido impostos cegamente às autarquias» e a promoção da sua participação construtiva e responsável na melhoria das condições de vida das populações. A resolução exige ainda a inversão da lógica de redução dos financiamentos das autarquias; a criação de um modelo de parcerias «público-públicas», aproveitando a experiência do poder local democrático e a capacidade de investimento dos vários sectores públicos e dos fundos comunitários; a valorização dos trabalhadores e a adopção do processo de regionalização.