Um partido ao serviço do povo
O PCP participou, como convidado, no II Congresso da Frente Timorense de Libertação Nacional (FRETILIN), onde esteve representado por Dias Coelho, membro da Comissão Política do Comité Central. O seu testemunho, que a seguir se transcreve, é mais um contributo para a compreensão dos graves acontecimentos que abalam Timor-Leste.
«O II Congresso da FRETILIN, realizado nos dias 17,18 e 19 de Maio, contou com a presença de cerca de 556 delegados e decorreu sobre o lema “Em prol do fortalecimento do partido, para melhor servir o povo e a jovem nação maubere”.
«Durante os três dias em que ali estivemos sentimos que a expectativa era imensa quanto ao desfecho final de uma tentativa antes anunciada de sovacar a unidade interna da FRETILIN, fragilizando-a para que os inimigos do processo democrático, de independência e soberania nacional tivessem melhores condições para concretizarem os seus objectivos.
«Mas ao contrário do que alguns esperavam, interna e externamente, foram três dias de debate democrático, intenso, vivo, próprio de quem está ligado profundamente ao povo, aos seus anseios e aspirações, e sabe quanto é importante ter um partido ao nível do grau de exigências que a nova situação de construção de um Estado democrático e de resposta aos problemas imediatos dos timorenses impõe.
«Só um Partido com forte sentido patriótico e humanista e com o grau de autoridade que a luta de libertação nacional lhe deu e as primeiras eleições confirmaram atribuindo-lhe mais de 57%, estava em condições de assumir os problemas e dificuldades com que o mais jovem Estado do mundo e o seu povo se debatem, e definir com clareza e sem tibiezas o combate à pobreza como uma questão central, atribuindo ao Estado o papel principal de fazer crescer a economia.
«Ao aprovar por larga maioria o manual e programa político e estatutos do Partido; confirmando por mais de 97% dos delegados presentes Mari Alkatiri como Secretário Geral e Luolo com Presidente do Partido; e tendo elegido um novo Comité Central, o congresso da FRETILIN deu um importante contributo para afirmação dos princípios do Partido e para o futuro democrático e independente de Timor-Leste.
«Os graves acontecimentos posteriores confirmam que os inimigos do jovem Estado não dormem e que deitarão mão a todas as formas para dificultar e atrasar o futuro de paz e desenvolvimento deste país já tão fustigado por tantos anos de colonização e ocupação.»
«O II Congresso da FRETILIN, realizado nos dias 17,18 e 19 de Maio, contou com a presença de cerca de 556 delegados e decorreu sobre o lema “Em prol do fortalecimento do partido, para melhor servir o povo e a jovem nação maubere”.
«Durante os três dias em que ali estivemos sentimos que a expectativa era imensa quanto ao desfecho final de uma tentativa antes anunciada de sovacar a unidade interna da FRETILIN, fragilizando-a para que os inimigos do processo democrático, de independência e soberania nacional tivessem melhores condições para concretizarem os seus objectivos.
«Mas ao contrário do que alguns esperavam, interna e externamente, foram três dias de debate democrático, intenso, vivo, próprio de quem está ligado profundamente ao povo, aos seus anseios e aspirações, e sabe quanto é importante ter um partido ao nível do grau de exigências que a nova situação de construção de um Estado democrático e de resposta aos problemas imediatos dos timorenses impõe.
«Só um Partido com forte sentido patriótico e humanista e com o grau de autoridade que a luta de libertação nacional lhe deu e as primeiras eleições confirmaram atribuindo-lhe mais de 57%, estava em condições de assumir os problemas e dificuldades com que o mais jovem Estado do mundo e o seu povo se debatem, e definir com clareza e sem tibiezas o combate à pobreza como uma questão central, atribuindo ao Estado o papel principal de fazer crescer a economia.
«Ao aprovar por larga maioria o manual e programa político e estatutos do Partido; confirmando por mais de 97% dos delegados presentes Mari Alkatiri como Secretário Geral e Luolo com Presidente do Partido; e tendo elegido um novo Comité Central, o congresso da FRETILIN deu um importante contributo para afirmação dos princípios do Partido e para o futuro democrático e independente de Timor-Leste.
«Os graves acontecimentos posteriores confirmam que os inimigos do jovem Estado não dormem e que deitarão mão a todas as formas para dificultar e atrasar o futuro de paz e desenvolvimento deste país já tão fustigado por tantos anos de colonização e ocupação.»