População exige mais médicos
Mais de duas centenas de pessoas participaram, na noite de domingo para segunda-feira, numa vigília junto à extensão de saúde n.º 6 de Pinhal Novo para exigir mais três médicos para a zona e atendimento complementar com horário prolongado.
Participaram neste vigília 207 pessoas
A iniciativa promovida pela «Plataforma pela Saúde em Pinhal Novo», que reúne a associação de utentes dos serviços de Saúde, Junta de Freguesia, grupos de cidadãos e outras organizações cívicas, reivindica também a construção de uma nova extensão de saúde no lado Sul da vila.
Segundo a Plataforma Pela Saúde, faltam médicos para dar resposta às necessidades de uma população estimada em cerca de 27 mil habitantes, sendo que cerca de 12500 não têm sequer médico de família.
No protesto, esteve o presidente da Junta de Freguesia de Pinhal Novo que se mostrou satisfeito com a adesão da população à vigília.
«Participaram neste vigília 207 pessoas», disse, em declarações à Lusa, Álvaro Amaro, pouco depois de proceder à entrega do documento reivindicativo dos utentes na extensão de saúde.
«O coordenador da extensão subscreve praticamente na íntegra o nosso documento reivindicativo dizendo que estamos a ser modestos no número de médicos que reivindicamos. Considera que o número de utentes sem médicos justificaria a contratação de maior número» destes profissionais, acrescentou.
De acordo com o autarca do PCP, o documento reivindicativo, onde se exige a contratação de mais três médicos para as três extensões de saúde de Pinhal Novo, atendimento complementar em horário prolongado (até às 22:00) e a construção de um novo posto de saúde no lado sul da vila de Pinhal Novo, foi também entregue, entre outras entidades, à Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, ministro da Saúde e primeiro-ministro.
Utentes entregam petição
As comissões de utentes dos hospitais da Guarda, Covilhã e Castelo Branco vão entregar hoje uma petição nos respectivos Governos Civis para exigir a manutenção dos blocos de partos locais.
A iniciativa, a realizar em simultâneo, pelas 18h00, foi anunciada, uma semana antes, na Guarda durante uma acção de defesa da maternidade local, inserida nas comemorações dos 99 anos do Hospital Sousa Martins (HSM).
«Nós não queremos que a Beira Interior fique mais vazia do que já está. Todos juntos, todos unidos, vamos defender o nosso interior, cada vez com mais força», disse à Lusa Sofia Monteiro, porta-voz da comissão de utentes do HSM.
Acrescentou que o documento «está em fase de elaboração», mas lembrou que as comissões vão entregar a mesma petição nos dois Governos Civis, porque a ideia global «é a manutenção das valências das maternidades nos três hospitais».
A acção realizada na Guarda teve início com uma concentração, pelas 18h00, na Alameda de Santo André, junto da entrada do hospital, tendo participado várias dezenas de pessoas, incluindo autarcas, políticos e estudantes do ensino superior.
Segundo a Plataforma Pela Saúde, faltam médicos para dar resposta às necessidades de uma população estimada em cerca de 27 mil habitantes, sendo que cerca de 12500 não têm sequer médico de família.
No protesto, esteve o presidente da Junta de Freguesia de Pinhal Novo que se mostrou satisfeito com a adesão da população à vigília.
«Participaram neste vigília 207 pessoas», disse, em declarações à Lusa, Álvaro Amaro, pouco depois de proceder à entrega do documento reivindicativo dos utentes na extensão de saúde.
«O coordenador da extensão subscreve praticamente na íntegra o nosso documento reivindicativo dizendo que estamos a ser modestos no número de médicos que reivindicamos. Considera que o número de utentes sem médicos justificaria a contratação de maior número» destes profissionais, acrescentou.
De acordo com o autarca do PCP, o documento reivindicativo, onde se exige a contratação de mais três médicos para as três extensões de saúde de Pinhal Novo, atendimento complementar em horário prolongado (até às 22:00) e a construção de um novo posto de saúde no lado sul da vila de Pinhal Novo, foi também entregue, entre outras entidades, à Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, ministro da Saúde e primeiro-ministro.
Utentes entregam petição
As comissões de utentes dos hospitais da Guarda, Covilhã e Castelo Branco vão entregar hoje uma petição nos respectivos Governos Civis para exigir a manutenção dos blocos de partos locais.
A iniciativa, a realizar em simultâneo, pelas 18h00, foi anunciada, uma semana antes, na Guarda durante uma acção de defesa da maternidade local, inserida nas comemorações dos 99 anos do Hospital Sousa Martins (HSM).
«Nós não queremos que a Beira Interior fique mais vazia do que já está. Todos juntos, todos unidos, vamos defender o nosso interior, cada vez com mais força», disse à Lusa Sofia Monteiro, porta-voz da comissão de utentes do HSM.
Acrescentou que o documento «está em fase de elaboração», mas lembrou que as comissões vão entregar a mesma petição nos dois Governos Civis, porque a ideia global «é a manutenção das valências das maternidades nos três hospitais».
A acção realizada na Guarda teve início com uma concentração, pelas 18h00, na Alameda de Santo André, junto da entrada do hospital, tendo participado várias dezenas de pessoas, incluindo autarcas, políticos e estudantes do ensino superior.