Débora Santos e Valter Ferreira
A importância de ser comunista
«Ser militante da JCP é estar na luta por um objectivo comum, transformar a sociedade. Ajuda-nos a crescer enquanto pessoas. Estarmos a dar um contributo para uma causa comum é muito importante para a nossa construção enquanto seres humanos», afirma Valter Ferreira, membro da Direcção Nacional da JCP.
Débora Santos, também da DN, vai mais longe: «Significa estar na vanguarda da luta, estar com os jovens nos seus problemas concretos e consciencializá-los, dar a conhecer o que defendemos. Para além de todo o convívio e de toda a unidade na organização, é sentir que as pessoas têm muitos problemas e conhecer realidades muito diferentes.»
«Penso que os militantes da JCP têm uma ideia mais exacta do que é a sociedade em que vivemos e têm consciência do que é possível transformar e da força que podemos ter, não se resignando», acrescenta Valter.
É com este espírito de luta e confiança que os jovens comunistas partem para o seu 8.º Congresso, depois de vários meses de preparação. Débora conta como no distrito de Setúbal se realizaram simultaneamente diversas iniciativas de discussão da proposta de resolução política e de recolha de fundos, desde concertos à projecção de filmes que serviam de ponto de partida para a discussão da situação internacional. «Ao mesmo tempo que se discutia política, aumentava-se a consciência dos camaradas, pedia-se o seu contributo e esclarecia-se dúvidas. Entregámos o projecto de resolução política a alguns amigos do ensino secundário e têm sido feitos contactos com militantes menos activos», exemplifica.
Valter refere que é difícil conciliar as várias tarefas que se colocaram à JCP, entre as campanhas eleitorais, os encontros regionais, as distribuições, os murais e as colagem de cartazes: «No distrito de Santarém, se calhar não conseguimos chegar tão à frente como queríamos em tudo... A descentralização das tarefas é essencial. O facto de termos alguém numa escola já nos permite fazer lá uma distribuição de panfletos. Haver alguém com mais disponibilidade permite-nos chegar a mais sítios.»
Uma coisa é clara para o dirigente: «O grande envolvimento dos militantes em todo o distrito, mesmo no Norte, onde é mais difícil. Vive-se um espírito de força e vamos ter uma boa participação no congresso.»
Confiança
Débora Santos considera que este fim-de-semana a JCP vai fazer «um congresso muito forte, com o envolvimento de muitos camaradas e a valorização dos quase mil recrutamentos feitos. Muitos dos convidados estão ligados ao movimento associativo, a clubes recreativos e a cineclubes.»
Valter Ferreira realça os recrutamentos feitos no distrito de Santarém. O objectivo era conseguir 50 novos militantes, foram feitos 40, a maioria de estudantes do ensino secundário. «É muito positivo. Os recrutamentos não são fáceis, num momento em que as pessoas estão muito desligadas da política, com a ideia de que a política não lhes diz respeito. Há sítios onde o Partido, mesmo não estando muito implantado, nos consegue dar uma ajuda e isso é essencial. Nas escolas, há malta que vem ter connosco para se juntar à JCP», refere.
O dirigente considera que, em geral, «os jovens têm a ideia certa do que é a JCP. O problema são as políticas e a mentalidade anti-comunistas e o ataque ideológico que é feito, mas a JCP é reconhecida pela sua luta, por estarmos presentes nas escolas e nos locais de trabalho a lutar contra as coisas que estão mal. Há pessoas que, mesmo valorizando o nosso trabalho, acham que não vale a pena. É difícil mudar essa mentalidade, mas a pouco e pouco vamos conseguindo.»
Para Débora, «nós somos muito bem vistos pela juventude, principalmente nas escolas. Os estudantes conhecem-nos pelas nossas posições, pela nossa participação no movimento associativo, pela postura dos nossos camaradas. Chega a acontecer perguntarem a militantes nossos qual a melhor posição sobre um assunto específico. Principalmente na altura de lutas de estudantes, as pessoas sentem que a JCP está com elas, que a luta é delas mas que nós estamos lá a ajudar. A juventude confia na JCP», sublinha.
Débora Santos, também da DN, vai mais longe: «Significa estar na vanguarda da luta, estar com os jovens nos seus problemas concretos e consciencializá-los, dar a conhecer o que defendemos. Para além de todo o convívio e de toda a unidade na organização, é sentir que as pessoas têm muitos problemas e conhecer realidades muito diferentes.»
«Penso que os militantes da JCP têm uma ideia mais exacta do que é a sociedade em que vivemos e têm consciência do que é possível transformar e da força que podemos ter, não se resignando», acrescenta Valter.
É com este espírito de luta e confiança que os jovens comunistas partem para o seu 8.º Congresso, depois de vários meses de preparação. Débora conta como no distrito de Setúbal se realizaram simultaneamente diversas iniciativas de discussão da proposta de resolução política e de recolha de fundos, desde concertos à projecção de filmes que serviam de ponto de partida para a discussão da situação internacional. «Ao mesmo tempo que se discutia política, aumentava-se a consciência dos camaradas, pedia-se o seu contributo e esclarecia-se dúvidas. Entregámos o projecto de resolução política a alguns amigos do ensino secundário e têm sido feitos contactos com militantes menos activos», exemplifica.
Valter refere que é difícil conciliar as várias tarefas que se colocaram à JCP, entre as campanhas eleitorais, os encontros regionais, as distribuições, os murais e as colagem de cartazes: «No distrito de Santarém, se calhar não conseguimos chegar tão à frente como queríamos em tudo... A descentralização das tarefas é essencial. O facto de termos alguém numa escola já nos permite fazer lá uma distribuição de panfletos. Haver alguém com mais disponibilidade permite-nos chegar a mais sítios.»
Uma coisa é clara para o dirigente: «O grande envolvimento dos militantes em todo o distrito, mesmo no Norte, onde é mais difícil. Vive-se um espírito de força e vamos ter uma boa participação no congresso.»
Confiança
Débora Santos considera que este fim-de-semana a JCP vai fazer «um congresso muito forte, com o envolvimento de muitos camaradas e a valorização dos quase mil recrutamentos feitos. Muitos dos convidados estão ligados ao movimento associativo, a clubes recreativos e a cineclubes.»
Valter Ferreira realça os recrutamentos feitos no distrito de Santarém. O objectivo era conseguir 50 novos militantes, foram feitos 40, a maioria de estudantes do ensino secundário. «É muito positivo. Os recrutamentos não são fáceis, num momento em que as pessoas estão muito desligadas da política, com a ideia de que a política não lhes diz respeito. Há sítios onde o Partido, mesmo não estando muito implantado, nos consegue dar uma ajuda e isso é essencial. Nas escolas, há malta que vem ter connosco para se juntar à JCP», refere.
O dirigente considera que, em geral, «os jovens têm a ideia certa do que é a JCP. O problema são as políticas e a mentalidade anti-comunistas e o ataque ideológico que é feito, mas a JCP é reconhecida pela sua luta, por estarmos presentes nas escolas e nos locais de trabalho a lutar contra as coisas que estão mal. Há pessoas que, mesmo valorizando o nosso trabalho, acham que não vale a pena. É difícil mudar essa mentalidade, mas a pouco e pouco vamos conseguindo.»
Para Débora, «nós somos muito bem vistos pela juventude, principalmente nas escolas. Os estudantes conhecem-nos pelas nossas posições, pela nossa participação no movimento associativo, pela postura dos nossos camaradas. Chega a acontecer perguntarem a militantes nossos qual a melhor posição sobre um assunto específico. Principalmente na altura de lutas de estudantes, as pessoas sentem que a JCP está com elas, que a luta é delas mas que nós estamos lá a ajudar. A juventude confia na JCP», sublinha.