«Não se assassina a liberdade!»
A Câmara Municipal da Marinha Grande e a Fundação Humberto Delgado estão a promover, até ao dia 27 de Maio, no Auditório Municipal, a exposição «Quiseram calar-nos… Não se assassina a liberdade!».
Esta iniciativa tem como objectivo homenagear vinte personalidades que ficaram para a história do século XX como defensores da liberdade e da democracia.
Humberto Delgado (Portugal), Aldo Moro (Itália), Federico Garcia Lorca (Espanha), Jean Moulin (França), Michael Collins (Irlanda) e Olof Palme (Suécia) são as figuras europeias evocadas na exposição, enquanto do continente africano são recordadas as vidas de Amílcar Cabral (Guiné-Bissau), Anwar Al-Sadate (Egipto), Eduardo Mondlane (Moçambique) e Patrice Lumumba (Zaire).
A exposição, que recorda também algumas das frases que ficaram célebres, como «Pátria o muerte» (Che Guevara) ou «Sou revolucionário como os poetas» (Garcia Lorca), relembra as figuras de dois norte-americanos - John F.Kennedy e Martin Luther King - e quatro sul-americanos - Chico Mendes (Brasil), Che Guevara (Argentina), Jorge Gaitán (Colômbia) e Salvador Allende (Chile).
São recordados na exposição as vidas de Ali Bhutto (Paquistão), Indira Gandhi, Mahatma Gandhi (Índia) e Ytzhak Rabin (Israel).
A exposição, segundo os promotores, tem como principal objectivo não deixar esquecer «alguns dos grandes lutadores pela Liberdade no século XX, cidadãos do mundo que deram a vida pelo ideal da Democracia».
A inauguração da mostra, que se realizou no sábado, foi seguida da apresentação do documentário «Meu Pai Humberto Delgado», no Auditório do Museu do Vidro.
Esta iniciativa tem como objectivo homenagear vinte personalidades que ficaram para a história do século XX como defensores da liberdade e da democracia.
Humberto Delgado (Portugal), Aldo Moro (Itália), Federico Garcia Lorca (Espanha), Jean Moulin (França), Michael Collins (Irlanda) e Olof Palme (Suécia) são as figuras europeias evocadas na exposição, enquanto do continente africano são recordadas as vidas de Amílcar Cabral (Guiné-Bissau), Anwar Al-Sadate (Egipto), Eduardo Mondlane (Moçambique) e Patrice Lumumba (Zaire).
A exposição, que recorda também algumas das frases que ficaram célebres, como «Pátria o muerte» (Che Guevara) ou «Sou revolucionário como os poetas» (Garcia Lorca), relembra as figuras de dois norte-americanos - John F.Kennedy e Martin Luther King - e quatro sul-americanos - Chico Mendes (Brasil), Che Guevara (Argentina), Jorge Gaitán (Colômbia) e Salvador Allende (Chile).
São recordados na exposição as vidas de Ali Bhutto (Paquistão), Indira Gandhi, Mahatma Gandhi (Índia) e Ytzhak Rabin (Israel).
A exposição, segundo os promotores, tem como principal objectivo não deixar esquecer «alguns dos grandes lutadores pela Liberdade no século XX, cidadãos do mundo que deram a vida pelo ideal da Democracia».
A inauguração da mostra, que se realizou no sábado, foi seguida da apresentação do documentário «Meu Pai Humberto Delgado», no Auditório do Museu do Vidro.