Recuperar habitações municipais devolutas
O vereador do PCP na Câmara do Porto defendeu, na passada semana, que a Segurança Social comparticipe na recuperação de habitações municipais devolutas, para resolver o problema de famílias realojadas em pensões há mais de um ano.
Rui Sá reuniu, entretanto, com munícipes que se encontram a viver em pensões ou partes de casa, alguns há mais de um ano, para ouvir os seus testemunhos. Segundo referiu, cerca de 60 famílias vivem em pensões e em partes de casa alugadas devido a despejos coercivos pela Câmara do Porto, por as suas habitações ameaçarem ruir ou por casos de acidentes (incêndios e/ou explosões).
Há ainda situações de despejos sociais decididas pelos tribunais, pelo facto dos munícipes não pagarem a renda à autarquia.
«É uma vergonha para a cidade termos famílias a viver em pensões ou partes de casas há tanto tempo», disse, acrescentando que as despesas destes alojamentos temporários são suportadas pela Segurança Social, que gasta, em alguns casos, mais de 500 euros/mês por um quarto sem casa-de-banho.
Na sua opinião, a Segurança Social está a gastar muito dinheiro com estes casos e aquela verba seria melhor gasta através, por exemplo, do apoio na recuperação dos fogos municipais devolutos.
«A Segurança Social e a Câmara do Porto têm que encontrar uma solução, em conjunto, sendo ambas partes interessadas em resolver o assunto», disse, considerando «inadmissível uma má gestão dos dinheiros públicos».
Para Rui Sá, tendo a autarquia «centenas» de casas devolutas em bairros e argumentando não ter verbas suficientes para recuperar todas, e estando a Segurança Social a pagar tanto por mês para suportar as famílias em alojamentos temporários, a Segurança Social devia «participar na recuperação» dos fogos municipais.
O vereador comunista defendeu ainda que a Câmara do Porto defina, em conjunto com a Segurança Social, um determinado número de habitações municipais mobiladas para que «sirvam de base a estas situações».
Rui Sá reuniu, entretanto, com munícipes que se encontram a viver em pensões ou partes de casa, alguns há mais de um ano, para ouvir os seus testemunhos. Segundo referiu, cerca de 60 famílias vivem em pensões e em partes de casa alugadas devido a despejos coercivos pela Câmara do Porto, por as suas habitações ameaçarem ruir ou por casos de acidentes (incêndios e/ou explosões).
Há ainda situações de despejos sociais decididas pelos tribunais, pelo facto dos munícipes não pagarem a renda à autarquia.
«É uma vergonha para a cidade termos famílias a viver em pensões ou partes de casas há tanto tempo», disse, acrescentando que as despesas destes alojamentos temporários são suportadas pela Segurança Social, que gasta, em alguns casos, mais de 500 euros/mês por um quarto sem casa-de-banho.
Na sua opinião, a Segurança Social está a gastar muito dinheiro com estes casos e aquela verba seria melhor gasta através, por exemplo, do apoio na recuperação dos fogos municipais devolutos.
«A Segurança Social e a Câmara do Porto têm que encontrar uma solução, em conjunto, sendo ambas partes interessadas em resolver o assunto», disse, considerando «inadmissível uma má gestão dos dinheiros públicos».
Para Rui Sá, tendo a autarquia «centenas» de casas devolutas em bairros e argumentando não ter verbas suficientes para recuperar todas, e estando a Segurança Social a pagar tanto por mês para suportar as famílias em alojamentos temporários, a Segurança Social devia «participar na recuperação» dos fogos municipais.
O vereador comunista defendeu ainda que a Câmara do Porto defina, em conjunto com a Segurança Social, um determinado número de habitações municipais mobiladas para que «sirvam de base a estas situações».