Pela continuação das escolas de Manhouce e Mata
Pais e alunos das escolas de Manhouce e da Mata, em Santa Maria da Feira, manifestaram-se em frente à Câmara Municipal contra o fecho das instituições, no dia 25 de Abril. Depois do protesto durante a sessão solene promovida pela autarquia em comemoração da Revolução de Abril, os manifestantes colocaram um cadeado nas instalações da Coordenação da Área Educativa.
As listas de colocação para o próximo ano lectivo não incluem já os códigos das escolas de Manhouce e da Mata e os pais queixam-se que a Câmara Municipal e a Direcção Regional de Educação do Norte andam no «jogo do empurra» sobre a responsabilidade da decisão.
Trata-se de «um absurdo e um erro tremendo que ninguém tem coragem para corrigir», nas palavras de Eduardo Costa, presidente da associação de pais da EB1 de Manhouce. «Querem fechar a nossa escola, que tem quatro salas, e mandar as crianças para a escola da Carvalhosa, onde terão de construir mais duas salas, porque só tem duas, o que é um absurdo», considera.
A Associação de Pais afirma que a escola de Manhouce não se enquadra nos critérios definidos pelo Governo, que prevê o encerramento de escolas com menos de 10 crianças, por ter quatro salas e 38 alunos.
Os encarregados de educação adiantam ainda que o possível encerramento da instituição viola a Carta Educativa do Concelho. O documento, aprovado pela autarquia, prevê a construção de um pólo escolar de 12 salas, para concentrar os alunos de quatro escolas, uma das quais a de Manhouce que seria convertida em pré- primária, mas também a «a correcta distribuição dos alunos pelas escolas existentes para não haver sobrecarga», até estar pronto o novo edifício.
A Escola da Mata tem duas salas e é frequentado por 27 alunos que registam um nível de aproveitamento de 96 por cento. Tem a particularidade de ter sido construído com dinheiro e mão-de-obra da população.
«A escola está em óptimas condições e ainda no ano passado teve uma intervenção. Ninguém nos diz o motivo para a encerrar, nem assume a responsabilidade. A escola de acolhimento de Santo António, para onde querem levar as nossas crianças, fica a oito quilómetros e vão ter de atravessar uma estrada nacional. A mudança obriga a ter turmas de 33 alunos nos primeiros anos, o que não é pedagógico», declarou Manuel Tato, da Associação de Pais, à Lusa.
As listas de colocação para o próximo ano lectivo não incluem já os códigos das escolas de Manhouce e da Mata e os pais queixam-se que a Câmara Municipal e a Direcção Regional de Educação do Norte andam no «jogo do empurra» sobre a responsabilidade da decisão.
Trata-se de «um absurdo e um erro tremendo que ninguém tem coragem para corrigir», nas palavras de Eduardo Costa, presidente da associação de pais da EB1 de Manhouce. «Querem fechar a nossa escola, que tem quatro salas, e mandar as crianças para a escola da Carvalhosa, onde terão de construir mais duas salas, porque só tem duas, o que é um absurdo», considera.
A Associação de Pais afirma que a escola de Manhouce não se enquadra nos critérios definidos pelo Governo, que prevê o encerramento de escolas com menos de 10 crianças, por ter quatro salas e 38 alunos.
Os encarregados de educação adiantam ainda que o possível encerramento da instituição viola a Carta Educativa do Concelho. O documento, aprovado pela autarquia, prevê a construção de um pólo escolar de 12 salas, para concentrar os alunos de quatro escolas, uma das quais a de Manhouce que seria convertida em pré- primária, mas também a «a correcta distribuição dos alunos pelas escolas existentes para não haver sobrecarga», até estar pronto o novo edifício.
A Escola da Mata tem duas salas e é frequentado por 27 alunos que registam um nível de aproveitamento de 96 por cento. Tem a particularidade de ter sido construído com dinheiro e mão-de-obra da população.
«A escola está em óptimas condições e ainda no ano passado teve uma intervenção. Ninguém nos diz o motivo para a encerrar, nem assume a responsabilidade. A escola de acolhimento de Santo António, para onde querem levar as nossas crianças, fica a oito quilómetros e vão ter de atravessar uma estrada nacional. A mudança obriga a ter turmas de 33 alunos nos primeiros anos, o que não é pedagógico», declarou Manuel Tato, da Associação de Pais, à Lusa.