Novo cartão, organização activa
A JCP, na preparação do seu 8.º Congresso, está a distribuir o seu novo cartão de militante. Como diz Paulo Marques, o objectivo é contactar todos os membros.
«Estamos a trabalhar para ter um Congresso forte», diz Paulo Marques
Os militantes da JCP de todo o País estão a receber os seus novos cartões. Integrado na preparação do 8.º Congresso, esta iniciativa tem como objectivo«, por um lado, distribuir um novo cartão aos seus militantes, por outro, ir ao contacto directo com todos os militantes, ir ao seu encontro», afirmou Paulo Marques, membro do Secretariado da JCP, ao Avante! . «Quem faz chegar o cartão, faz chegar a mensagem, faz chegar todo o trabalho que está a ser realizado na preparação do Congresso», sublinha.
Numa primeira fase, procura-se fazer chegar o cartão a todos os militantes que vão participar no Congresso e depois a todos os restantes. «No plano simbólico, é importante todos os militantes da JCP terem o seu cartão. Por outro lado, nesta fase tão importante da vida da JCP fazer chegar o novo cartão tem relevância devido ao contacto directo com os militantes. A JCP não se resume a um cartão, mas nesta altura este aspecto assume novos contornos, com a realização do 8.º Congresso, onde vamos eleger a nova Direcção Nacional e aprovar a nova Resolução Política que guiará o nosso trabalho nos próximos três anos», diz o dirigente.
As distribuições estão a ocorrer um pouco por todo o País, com cada colectivo a decidir a melhor forma. «A JCP é uma organização heterogénea, com realidades diferentes em cada distrito. Em algumas localidades, têm-se realizado algumas iniciativas de distribuição de cartões, sobretudo a novos militantes. Noutras organizações, o cartão é entregue à porta da escola ou da empresa, no reunião do colectivo... Depende das especificidades de cada colectivo», refere Paulo Marques.
A pouco mais de duas semanas da realização do 8.º Congresso – marcado para 20 e 21 de Maio, em Vila Nova de Gaia –, o dirigente aborda a preparação do evento: «Está a ser preparado com alegria, entusiasmo e a dedicação que marca a forma de estar e de agir da JCP, como uma iniciativa que tem uma importância de fundo, quer para o reforço da organização, da nossa intervenção e da nossa acção. O Congresso não é uma iniciativa que fazemos de forma rotineira, pelo contrário. O objectivo é fazer o Congresso chegar às pessoas e ao mesmo tempo fazer com que contribua para a nossa luta e para a resolução dos problemas da juventude. Estamos a trabalhar para ter um Congresso forte.»
Numa primeira fase, procura-se fazer chegar o cartão a todos os militantes que vão participar no Congresso e depois a todos os restantes. «No plano simbólico, é importante todos os militantes da JCP terem o seu cartão. Por outro lado, nesta fase tão importante da vida da JCP fazer chegar o novo cartão tem relevância devido ao contacto directo com os militantes. A JCP não se resume a um cartão, mas nesta altura este aspecto assume novos contornos, com a realização do 8.º Congresso, onde vamos eleger a nova Direcção Nacional e aprovar a nova Resolução Política que guiará o nosso trabalho nos próximos três anos», diz o dirigente.
As distribuições estão a ocorrer um pouco por todo o País, com cada colectivo a decidir a melhor forma. «A JCP é uma organização heterogénea, com realidades diferentes em cada distrito. Em algumas localidades, têm-se realizado algumas iniciativas de distribuição de cartões, sobretudo a novos militantes. Noutras organizações, o cartão é entregue à porta da escola ou da empresa, no reunião do colectivo... Depende das especificidades de cada colectivo», refere Paulo Marques.
A pouco mais de duas semanas da realização do 8.º Congresso – marcado para 20 e 21 de Maio, em Vila Nova de Gaia –, o dirigente aborda a preparação do evento: «Está a ser preparado com alegria, entusiasmo e a dedicação que marca a forma de estar e de agir da JCP, como uma iniciativa que tem uma importância de fundo, quer para o reforço da organização, da nossa intervenção e da nossa acção. O Congresso não é uma iniciativa que fazemos de forma rotineira, pelo contrário. O objectivo é fazer o Congresso chegar às pessoas e ao mesmo tempo fazer com que contribua para a nossa luta e para a resolução dos problemas da juventude. Estamos a trabalhar para ter um Congresso forte.»