Morreu o escritor Júlio Graça
O escritor Júlio Graça faleceu, no passado dia 21 de Fevereiro, aos 82 anos. Natural de Vila Franca de Xira, onde nasceu em 1923, Júlio Graça é autor de vários romances, alguns dos quais retractando a experiência fabril e os movimentos sociais da faixa industrial e rural ribeirinha do Tejo.
«Buza» (1954), «Um palmo de Terra» (1959), «Operários Falam» (1973) e «Histórias de Prisão» (1975) são algumas das obras do escritor.
O primeiro contacto de Júlio Graça com o movimento cultural e com os autores neo-realistas foi no núcleo existente em Alhandra, do qual a figura mais proeminente foi Soeiro Pereira Gomes.
Para além da escrita, Júlio Graça empenhou-se no projecto do Museu do Neo-Realismo, em Vila Franca de Xira, e esteve durante vários anos à frente do Museu de Alhandra - Casa Museu Dr. Sousa Martins.
Em declarações à comunicação social, o escritor Urbano Tavares Rodrigues descreveu-o como «militante comunista, homem franco e fraterno, neo-realista convicto, manteve-se sempre ligado às aspirações populares, ao progresso da sua terra, à leitura e à escrita».
«Buza» (1954), «Um palmo de Terra» (1959), «Operários Falam» (1973) e «Histórias de Prisão» (1975) são algumas das obras do escritor.
O primeiro contacto de Júlio Graça com o movimento cultural e com os autores neo-realistas foi no núcleo existente em Alhandra, do qual a figura mais proeminente foi Soeiro Pereira Gomes.
Para além da escrita, Júlio Graça empenhou-se no projecto do Museu do Neo-Realismo, em Vila Franca de Xira, e esteve durante vários anos à frente do Museu de Alhandra - Casa Museu Dr. Sousa Martins.
Em declarações à comunicação social, o escritor Urbano Tavares Rodrigues descreveu-o como «militante comunista, homem franco e fraterno, neo-realista convicto, manteve-se sempre ligado às aspirações populares, ao progresso da sua terra, à leitura e à escrita».