El Canalla e outras estórias
Já está à venda o último trabalho de Miguel Urbano Rodrigues. «El Canalla e outras estórias» é um livro que reúne 20 estórias em que os potagonistas são personagens que Miguel Urbano Rodrigues conheceu em épocas e países diferentes, quase sempre em situações inesperadas. Algumas pertencem a universos ideológicos em que o autor se move desde a juventude; outras, não.
Abismos na cultura e na maneira de assumir o desafio da existência separam muitos desses homens e mulheres. Em cada um, o autor, encontrou, no que parece trivial no que é incomum, aquela porção de humanidade que empurra para a reflexão sobre a nossa condição e sobre o que na obra literária estabelece a ponte entre a ficção e a realidade.
Nem sempre a existência das pessoas que inspiram estas estórias é transparente, mas todas são reais. Augusto Montesinos, El Canalla, é um boliviano amigo de Miguel Urbano Rodrigues. Parece um ser inimaginável como algumas personagens dos livros de García Marquez. Mas existe.
«Em El Canalla vereis, afortunados leitores, mercenários de sangue nas viseiras e mercenários de garras untuosas, bem como radicais da bolsa de emprego contestatário, líderes de fervura rápida que terminam, pelo folhear destas páginas como por cá, em altos e baixos funcionários da globalização da miséria e da ignorância na terra ou do MIT - sabe-se lá, de qualquer choque tecnológico», descreveu, na apresentação do livro, César Príncipe.
Abismos na cultura e na maneira de assumir o desafio da existência separam muitos desses homens e mulheres. Em cada um, o autor, encontrou, no que parece trivial no que é incomum, aquela porção de humanidade que empurra para a reflexão sobre a nossa condição e sobre o que na obra literária estabelece a ponte entre a ficção e a realidade.
Nem sempre a existência das pessoas que inspiram estas estórias é transparente, mas todas são reais. Augusto Montesinos, El Canalla, é um boliviano amigo de Miguel Urbano Rodrigues. Parece um ser inimaginável como algumas personagens dos livros de García Marquez. Mas existe.
«Em El Canalla vereis, afortunados leitores, mercenários de sangue nas viseiras e mercenários de garras untuosas, bem como radicais da bolsa de emprego contestatário, líderes de fervura rápida que terminam, pelo folhear destas páginas como por cá, em altos e baixos funcionários da globalização da miséria e da ignorância na terra ou do MIT - sabe-se lá, de qualquer choque tecnológico», descreveu, na apresentação do livro, César Príncipe.