ONU confirma tortura
As Nações Unidas acusam os EUA de torturarem os prisioneiros detidos na base de Guantanamo, em Cuba, onde se encontram mais de 700 indivíduos por pretensas ligações a grupos terroristas, a maioria dos quais ainda não foi formalmente indiciado por qualquer crime.
O conteúdo do relatório só deverá divulgado esta semana, mas o Los Angeles Times revelou, segunda-feira, partes do documento onde se afirma que os métodos violentos de tratamento e interrogatório a que estão sujeitos os prisioneiros «devem ser considerados como equivalentes à tortura», por isso exige o encerramento do campo de concentração.
Em declarações à comunicação social, Manfred Nowak, responsável pela comissão de investigação da ONU, esclareceu que esta «vai muito além de Guantanamo».
Nowak confirmou ainda as denúncias de familiares e ex-prisioneiros e disse que «concluímos que a situação em várias áreas viola leis de direitos humanos e demonstram o uso da tortura».
O conteúdo do relatório só deverá divulgado esta semana, mas o Los Angeles Times revelou, segunda-feira, partes do documento onde se afirma que os métodos violentos de tratamento e interrogatório a que estão sujeitos os prisioneiros «devem ser considerados como equivalentes à tortura», por isso exige o encerramento do campo de concentração.
Em declarações à comunicação social, Manfred Nowak, responsável pela comissão de investigação da ONU, esclareceu que esta «vai muito além de Guantanamo».
Nowak confirmou ainda as denúncias de familiares e ex-prisioneiros e disse que «concluímos que a situação em várias áreas viola leis de direitos humanos e demonstram o uso da tortura».