Morreu o escritor Orlando da Costa
O romancista e poeta Orlando da Costa morreu, sexta-feira, em Lisboa, aos 76 anos de idade. O PCP manifestou o seu pesar pela morte do escritor.
Em comunicado enviada aos órgão de comunicação social, o gabinete de imprensa do PCP refere que Orlando da Costa aderiu ao Partido há mais de 50 anos, tendo sido militante «até ao seu falecimento» e que desenvolvia a sua actividade na área da cultura literária.
O PCP destaca que o romancista foi galardoado em 1961 com o prémio Ricardo Malheiros, da Academia das Ciências de Lisboa, com o Prémio Complementar de Eça de Queiroz de Literatura da Câmara Municipal de Lisboa em 1994 e pelo grupo de teatro Seiva Trupe em 1984 devido à peça «A Como Estão os Cravos Hoje?».
Orlando da Costa iniciou a sua actividade literária pela poesia, tendo passado também pelo teatro, mas foi na prosa que alcançou maior notoriedade.
Nasceu em Lourenço Marques, actual Maputo, em 1929, e viveu a infância e adolescência em Goa, donde recolheu inspiração para algumas obras.
Veio para Lisboa em 1947, onde se licenciou em Ciências Histórico-Filosóficas pela Faculdade de Letras. Publicou o seu primeiro livro, de poesia, em 1951.
Antes e depois do 25 de Abril pertenceu ao Sector Intelectual de Lisboa do PCP.
Foi vice-presidente da Associação Portuguesa de Escritores (APE), instituição que frequentava com muita regularidade e para a qual foi eleito sócio honorário em 1956.
Última despedida
A declaração de um poema de Orlando da Costa, pelo seu neto, Vicente, de sete anos, marcou, no sábado, a última despedida de familiares e amigos do escritor. Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP, esteve também na última despedida do escritor.
Na altura, a actriz Fernanda Lapa declamou ainda, na Basílica da Estrela, Lisboa, um poema do militante comunista. Em seguida, o caixão foi coberto com as bandeiras do PCP e da Associação Portuguesa de Escritores e o funeral partiu para o Cemitério do Alto de S.João, onde Orlando da Costa foi cremado.
O PCP destaca que o romancista foi galardoado em 1961 com o prémio Ricardo Malheiros, da Academia das Ciências de Lisboa, com o Prémio Complementar de Eça de Queiroz de Literatura da Câmara Municipal de Lisboa em 1994 e pelo grupo de teatro Seiva Trupe em 1984 devido à peça «A Como Estão os Cravos Hoje?».
Orlando da Costa iniciou a sua actividade literária pela poesia, tendo passado também pelo teatro, mas foi na prosa que alcançou maior notoriedade.
Nasceu em Lourenço Marques, actual Maputo, em 1929, e viveu a infância e adolescência em Goa, donde recolheu inspiração para algumas obras.
Veio para Lisboa em 1947, onde se licenciou em Ciências Histórico-Filosóficas pela Faculdade de Letras. Publicou o seu primeiro livro, de poesia, em 1951.
Antes e depois do 25 de Abril pertenceu ao Sector Intelectual de Lisboa do PCP.
Foi vice-presidente da Associação Portuguesa de Escritores (APE), instituição que frequentava com muita regularidade e para a qual foi eleito sócio honorário em 1956.
Última despedida
A declaração de um poema de Orlando da Costa, pelo seu neto, Vicente, de sete anos, marcou, no sábado, a última despedida de familiares e amigos do escritor. Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP, esteve também na última despedida do escritor.
Na altura, a actriz Fernanda Lapa declamou ainda, na Basílica da Estrela, Lisboa, um poema do militante comunista. Em seguida, o caixão foi coberto com as bandeiras do PCP e da Associação Portuguesa de Escritores e o funeral partiu para o Cemitério do Alto de S.João, onde Orlando da Costa foi cremado.